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Entrevista a Nuno e Nágyla

2014-05-13 Nuno Pesqueira e Nágyla Galvão

Entrevista ao site SalsaBraga.com em Maio de 2014

Nuno Pesqueira e Nágyla Galvão, par oriundo da cidade do Porto, têm-se destacado no panorama das danças afro-latinas em Portugal, com particular destaque para a conquista do Salsa Open Portugal 2013. Fazem parte de uma das companhias de dança mais conceituadas em Portugal, os Afrolatin Connection. Este é um dos pares revelação, em Portugal, e esperamos que em breve conquistem o mundo…

Aqui vos deixo a entrevista que nos concederam e onde poderão ficar a conhecer melhor este simpático par.

Como tudo começou individualmente e como par? E quando é que vos despertou a paixão pela dança?

Nuno Pesqueira: Desde a infância adquiri o gosto pela Dança ao observar o meu avô materno dançar e ao aperceber-me da alegria e bem-estar que transmitia.

Desde o 1º ano de escolaridade e no decorrer da adolescência frequentei o centro de explicações Ponto e Vírgula dirigido pela professora Maria José Guimarães que desde muito cedo me incentivou a participar em todas as actividades onde o espectáculo era uma constante. Aí adquiri o gosto pela organização de festas, nas quais actuava ora dançando ora representando e até declamando poesia. (A referida professora permanece minha amiga para a vida.)

Após estes anos em que senti a minha personalidade desenvolver-se diretamente ligada ao espetáculo, estabeleci uma forma de bem estar, a qual mais tarde evoluiu através do Grupo de Desporto Escolar da Escola Secundária de Águas Santas (GDDE). Este Grupo, inicialmente dirigido pela Professora Esmeralda Moura e posteriormente pelo Professor Alexandre Teixeira, aprendi muito, principalmente com este último, dada a sua dedicação e orientação ao grupo, as quais me fizeram sentir que a dança era parte integrante e essencial na minha vida. Enquanto pessoa e bailarino considero-me tímido, perfecionista ,sonhador, ambicioso, emotivo e sociável.

Nágyla Galvão: A dança surgiu desde os meus primeiros anos de vida. Os meus primeiros passos na dança ocorreram no ensino básico, no Brasil, minha terra natal, através dos espetáculos de samba.

A minha vinda para Portugal, em 2007,com o intuito de visitar a minha mãe, a qual, na altura, se encontrava a trabalhar, revelou-se duradoura e permanente.

No âmbito dos meus estudos nomeadamente na Escola Secundária de Águas Santas, contactei, pela primeira vez com as danças africanas através da participação no GDDE.

Neste grupo conheci novos amigos e descobri a alegria que a dança me transmite. O apoio dos meus pais e de uma grande amiga (Alexandra Azevedo) foram fundamentais na descoberta da essência da minha vida, bem como o entusiasmo, a vontade de aprender e a dedicação à dança. Luto para alcançar os meus objetivos, tento absorver todo o conhecimento possível para poder evoluir como pessoa e como bailarina. Considero-me sonhadora, extrovertida e lutadora.

Enquanto par, iniciamos a nossa actividade no âmbito da participação no Grupo de Desporto Escolar da Escola Secundária de Águas Santas, visto que pertencíamos à mesma escola e ao mesmo grupo de dança, sendo que, incentivados pelo professor Alexandre Teixeira (responsável pelo referido grupo), resolvemos participar no 3º Campeonato Internacional de Kizomba (África a Dançar).

Nuno Pesqueira e Nágyla GalvãoQual o vosso maior desafio/objectivo nesta profissão?

Nuno e Nágyla: O nosso maior objectivo é superarmos as nossas próprias capacidades artísticas, através do desenvolvimento dos nossos conhecimentos e explorando os nossos corpos entregando-os à dança. Nesta e para esta evolução é essencial respeitar, procurar e explorar a salsa como uma cultura e forma de vida. Tal aprendizagem apenas é possível convivendo e trocando sabedorias com diferentes artistas.
Assim, desafiarmos-nos continuamente para que a nossa evolução seja constante.

Que dificuldades têm encontrado nesta vida de bailarinos? Têm sentido apoio?

Nuno e Nágyla: As dificuldades que temos encontrado são a falta de apoio generalizada a nível cultural e social, visto a dança ainda não ser devidamente reconhecida e valorizada na nossa sociedade, sendo ainda longo o caminho a percorrer.

Contudo, temos sentido, desde sempre, apoio e encorajamento por parte de outros artistas, da companhia que nos acolhe e a nível pessoal por parte de amigos e familiares, não olvidando o público que nos acarinha e segue a cada passo dado.

Quais são as vossas principais referências ou modelos que sigam no mundo da salsa?

Nuno e Nágyla: Yamulee Dance Company (New York,E.U.A.), Oliver Pineda (Austrália), Juan Matos (Republica Dominicana), Nuno Araújo (Braga, Portugal), Adolfo Indacochea (Perú), Ricardo Veiga (Argentina), Tania Cannarsa (Sri Lanka), Karel Flores (México), Anita Santos Rubin (Brasil), Karen Forcano (Argentina), Rita Morais (Braga, Portugal) e Griselle Ponce (Puerto Rico).

Nuno Pesqueira e Nágyla GalvãoQual foi o evento ou local, em que foram convidados que mais prazer vos deu? E em qual ambicionam um dia vir a dançar?

Nuno e Nágyla: O evento que nos foi extremamente prazeroso foi o Marrakesh Salsa Congress 2013 devido á possibilidade de partilhar o palco com os melhores artistas do mundo da salsa, bem como transmitir ensinamentos nos workshops que protagonizamos. No entanto o local que mais nos encantou foi o Puerto Rico World Salsa Open 2013, pois pudemos sentir o verdadeiro sabor da salsa e a sua vitalidade cultural junto dos demais artistas e na própria sociedade Porto Riquenha. (É nosso desejo regressar um dia).

Fazem parte da família Afrolatin Connection, companhia de reconhecidos méritos nacional e internacionalmente. Como é fazer parte dessa família?

Nuno e Nágyla: Ser parte integrante da Companhia Afrolatin Connection é ser membro de uma família dedicada à dança encarando-a como um modo de vida. A Companhia é uma base sustentável na nossa evolução artística, permitindo-nos crescer, obtendo uma maior visibilidade nacional e internacional, visto ser reconhecido o seu valor mundialmente.

Ganharam o Salsa Open Portugal em 2013, o que mudou nas vossas vidas. Que novidades poderemos esperar de vocês para o futuro?

Nuno e Nágyla: O sucesso obtido no Portugal Salsa Open 2013 permitiu-nos demonstrar ao público as nossas capacidades a nível da salsa, pois até então era-nos reconhecido o valor apenas nas danças africanas. É nossa pretensão continuarmos a dedicar-nos à competição tanto na salsa como nos outros estilos de dança.

Têm certamente uma opinião formada sobre toda a envolvência da Salsa em Portugal, o que pensam acerca disso?

Nuno e Nágyla: A salsa, enquanto forma artística de expressão cultural e social ainda não encontrou o ninho ideal para crescer em Portugal, pois a comunidade salseira necessita ser impulsionada e incrementada, de modo a tornar-se cada vez mais uníssona e captar mais apoiantes e praticantes.

Nuno Pesqueira e Nágyla GalvãoTêm alguma história engraçada que pretendam partilhar?

Nuno e Nágyla: Uma história que nos marcou o percurso artístico de forma cómica foi a ida e regresso ao Portugal Salsa Open 2013, pois aquando da saída do hotel para o local do evento, já com a malas em punho e os nervos ao rubro, deparamo-nos com o nosso automóvel encarcerado no parque do hotel devido à falta de destreza automobilística por parte de outros hospedes que impediam a saída dos carros da garagem. Dada a grande afluência de hospedes, foi criado um reboliço, com telefonemas vários para os quartos e quase que interrogatórios aos clientes, de modo a encontrar os donos dos veículos que impediam a nossa saída. Já com os empregados em pleno alvoroço, com o tempo escasso para a chegada ao local do Evento e entre revoltas e desesperos, finalmente, descobriram o cliente que se encontrava no Hotel e foi rapidamente remover a viatura. Finalmente, o caminho estava livre mas o tempo urgia, por isso, a velocidade tornou-se a melhor amiga a partir daquele momento.

Chegámos nervosos, vencemos nervosos e saímos descontraídos, contudo, o capitulo ainda não estava encerrado, pois ao primeiro quilómetro de regresso ao hotel, eis que um pneu fura e passamos a ver o nascer do sol na berma da auto-estrada, cansados, esfomeados e revoltados com o azar vivido, contudo,felizes e ainda incrédulos pela vitória conseguida.

Que opinião têm acerca do trabalho desenvolvido pelo salsabraga.com?

Nuno e Nágyla: Entendemos o trabalho do salsabraga.com como um meio essencial e fulcral de divulgação dos eventos, artistas e informações sobre a salsa, pois a imprensa escrita informatizada permite uma divulgação mais extensa e acessível a todos, pelo que a permanente atualização informativa permite acompanhar os diversos trabalhos que se desenvolvem nacionalmente na área da salsa, dando-lhes maior visibilidade e valor.

Para terminar, que mensagem gostariam de deixar aos leitores do salsabraga.com?

Nuno e Nágyla: Aos leitores do salsabraga.com aconselhamos que continuem a acompanhar as publicações e informações do site, mantenham o interesse na salsa e, caso não a pratiquem diretamente, experimentem e tornem-se parte integrante da comunidade salseira que aqui é divulgada.
Nuno Pesqueira e Nágyla Galvão

Perguntas de respostas rápidas

Se tivesses que descrever a dança numa palavra, qual seria?
NUNO Sonho
NÁGYLA Vida

Filme:
NUNO À procura da felicidade
NÁGYLA O Mordomo

Viagem de Sonho:
NUNO E.U.A.
NÁGYLA Nova Iorque, E.U.A.

Livro:
NUNO Equador, Miguel Sousa Tavares
NÁGYLA O melhor de mim, Nicholas Sparks

Música:
NUNO Chuva, Mariza
NÁGYLA So nice, Bebel Gilberto

Grupo Musical:
NUNO Ana Carolina, Mariza e Ismael Rivera
NÁGYLA Ana Carolina

Lema de Vida:
NUNO “Lute com determinação, abrace a vida com paixão ,perca com classe e vença com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante.” Charles Chaplim
NÁGYLA “A vida é uma peça de teatro, por isso dance, ria,pule e brique antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”

Agora deixo-vos um vídeo, para que possam desfrutar de mais uma fantástica performance deste maravilhoso par.

Até à próxima e boas danças…


Pedro Barros

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Dia Mundial da Dança...

2014-04-29 Dia Mundial da Dança

“Mostrem-me como dança um povo e eu lhes direi se a sua civilização está doente ou de boa saúde.” (Sábio Confúcio , China, séc.VI).

Estas palavras de Confúcio exprime bem o que hoje em dia acontece… mas apesar da crise que nos atingiu dançar continua a ser uma terapia única…

Tive o privilégio de nascer neste dia tão especial e, apesar de inicialmente ter dois pés esquerdos e uma descoordenação incrível, hoje em dia acho que até danço benzinho
:)

(esta é a parte que vocês deviam dizer – “Tu??? Não, tu és fantástica… maravilhosa…”, etc… Lembrem-se que faço anos!!!)

Acreditem que não é quem sabe mais passos ou quem se desdobra em mil pedaços que será o melhor bailarino ou o mais feliz…

O melhor da dança é fluir ao som da música, (apesar de os passos serem aprendidos em aulas e afins), é sentir o ritmo, os tempos da música e viajar durante alguns minutos para uma nova dimensão…

Viver a música em harmonia com a dança
Dança
Gostaria de partilhar com vocês a alegria de dançar… Aquele brilho nos olhos de quem está a aprender, aquele pequeno orgulho de quem atinge um objectivo… O orgulho de qualquer professor ou mentor ao ver o seu pupilo dançar…

A possibilidade única de aprender e se reaprender!!!

Vivam a dançar… a vida é tão complicada com contas, problemas de vários tipos… na dança a cabeça deixa de pensar em tudo de mau e fluímos num mundo mais naïf , mais clean

Vivam e Dancem!!!!

Esta sitação exprime exactamente o que sinto pela dança:

“ O espírito da dança não tem cor, forma ou tamanho, mas envolve o poder de unir, e também a força e a beleza que se encontra em nós. Cada alma que dança, jovem, velha ou de uma pessoa incapacitada, cria e transforma ideias em movimentos artísticos que podem mudar as nossas vidas “

Gladys Faith Agulhas , bailarina e coreógrafa sul-africana

Espero-vos numa próxima dança….

Nota: Faz hoje 5 anos que o SalsaBraga esteve presente na Gala de Portugal Dance Awards ;)


Fernanda Duarte

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Cheo Feliciano

2014-04-17 Cheo Feliciano

O grande José “Cheo” Feliciano, é, sem dúvida, um dos maiores intérpretes da música latina mundial, infelizmente morreu esta manhã num trágico acidente em Porto Rico.

A morte repentina de “Cheo” Feliciano deveu-se a um acidente de automóvel, segundo indicações policiais, Cheo terá perdido o controlo do veículo, um Jaguar, e bateu em um poste de rede eléctrico em Cupey.

Perdeu-se um marco da música, a sua perda será irreparável, mas ficarão para sempre as suas músicas, onde se destaca uma postagem efectuada neste site, que podem consultar em Cheo Feliciano

Deixo também as músicas mais conhecidas deste mago da música:

e claro que esta também o imortalizou…

RIP Cheo e até sempre


Fernanda Duarte

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Hacha Y Machete

2014-04-14 Hacha Y Machete

O nome Hacha Y Machete advém do refrão de uma canção popular escrita por Emilio Padron e cantada por Hector Lavoe em seu álbum De Ti Depende (1976). Sentiam-se este tema foi adequado, porque o conceito da música descreve um grupo de artistas que se uniram para criar algo novo e espetacular.

Este foi o objetivo dos 6 fundadores do Hacha y Machete Dance Style, para ser diferente de qualquer outro grupo de dança. E como o refrão da música que eles queriam mostrar ao mundo que nossos laços uns com os outros e nosso ofício é “forte, forte como um machado e facão.”

Hacha Y Machete (oficialmente intitularam-se como Estilo HYM) foi a primeira companhia de dança profissional de salsa de Massachusetts, estilo “On2” Nova Iorque.

A companhia de dança fui fundada em 1999 por um grupo de 6 amigos com a energia de enriquecer e educar New Ingland sobre este estilo de dança. A partir de 2001 a companhia lançou-se de uma forma mais profissional, mas nesta altura já com apenas 4 elementos.

Desde 2003 que esta companhia está sob a direcção de Burju Hurturk e Victor Perez, que a partir desta data se entregaram de corpo e alma ao projecto, abandonando as suas antigas profissões e dedicando-se inteiramente apenas a esta companhia; o grupo ganhou uma reputação notável, tanto local como a nível internacional devido ás sua coreografias inovadoras e o estilo original, o HYM Style.

Foi também em 2003 que fizeram a sua aparição na europa, a convite do seu amigo Juan Matos fizeram um tour por Italia e conquistaram-na de imediato; a partir de então não mais pararam e são presença assídua nos principais congressos e festivais de salsa em todo mundo.

Estes dois bailairinos, a fim de se especializarem e melhorarem as suas performances decidiram ter formação em ginástica rítmica, ballet e hip hop. Toda esta mistura deu aos Hacha Y Machete um estilo único o HYM Style.

Deixo-vos um vídeo para se vislumbrarem com esta companhia…
Apreciem…

Espero-vos numa próxima dança…


Fernanda Duarte

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7 anos de salsabraga

2014-04-07 7 anos de salsabraga

O salsabraga.com está de parabéns, faz hoje precisamente 7 anos desde a sua criação. Foram 7 anos de divulgação da Salsa em Portugal.

Pois é meus amigos, já passaram 7 aninhos, e até parece que foi ontem que começamos esta grande jornada, mas saborosa. Foi no dia 6 de Abril de 2007, que eu e a Fernanda criamos e começamos a desenvolver o projecto que todos vocês conhecem.

Por muitas etapas passou o site, dificuldades até, mas sobreviveu e está de boa saúde e recomenda-se. Durante este período, proporcionou-nos conhecer pessoas maravilhosas e criar laços de amizade.

Prometemos fazer do salsabraga.com um site de referencia no panorama nacional da dança, tendo como principal objectivo, a promoção e difusão da salsa. Esperamos estar à altura do desafio, e ter contribuído de alguma forma com a nossa paixão e energia, durante estes 7 anos, para trazer novos adeptos para esta arte que tanto nos fascina.salsabraga

Esperamos, como é óbvio, ter agradado e continuar a agradar a todos os que visitam assiduamente o site, embora saibamos de antemão, que é impossível agradar a toda a gente.

Esperamos contar com as vossas visitas e que daqui a um ano, estejamos a comemorar novamente.

Até à próxima e boas danças…


Pedro Barros

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Sugestões Musicais de Março'14

2014-03-01 La Maxima 79 - Regresando al Guanguancò

Boas pessoal!!!

Desta vez, a minha sugestão vai para um CD dos La Maxima 79 com o nome do álbum Regresando al Guaguancò de 2013. O trabalho realizado neste CD faz-nos recuar aos anos 70, o Guaguancó puro, tenta criar músicas ao melhor estilo da década dourada da Salsa. Trabalho de excelente qualidade, com 12 faixas muito boas :)

Os temas deste CD , são os seguintes:

1. POBRECITAGuaguancò
2. SINGAPORE VIBESGuaguancò Instrumental
3. LAPIZ Y PAPELCha Cha Cha
4. NO SIRVO PA’ QUESOGuaguancò
5. LA PACHANGA DE DON JUANPachanga
6. EL TRIGUEÑO CINTURAGuaguancò
7. HABIA CAVOURCha Cha Cha
8. ESA MUJERGuaguancò
9. EL NINO ME DEJO’ – Mambo
10. DESCARGA CHAGO’ – Descarga
11. MI CHULASon Montuno
12. THE CHICKENLatin Jazz

Chamo atenção para os temas das faixas 1, 2, 4, 6 e 8. Deixo-vos ficar este fantástico tema, o EL TRIGUEÑO CINTURA da La Maxima 79.

Músicos:
Fabrizio Zoro: Director, letras, campana, guiro, Bongós
Massimo Scalici : Arreglos, Piano, Coro
Gerardo Vitale: Tenor sax , Alto Sax
Salvatore “Toto’”Pizzurro : Trombone
Giuseppe Filippi: Baixo
Samuele Davi’: Trompete
Aldo Olvieri : Trompete
Umberto Nocita : Congas
Fabrizio Francoforte : Timbales
El Guille de Cuba: Voz, Coros
Leo Wilber (cuba):Voz, Coros
El Bandera (Cuba): Voz, Coros

Até à próxima e boas danças!!!


Pedro Barros

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The New Swing Sextet

2014-01-16 The New Swing Sextet

A banda formou-se em 1965, os nomes são George Rodriguez, Armando Jae , Pete Ortiz, Algavin Henry, Yeyo Edward Salgado Muñiz e formam os The New Swing Sextet. Nesse mesmo ano marcam a sua estreia em diversos concertos por todos os bares latinos de Nova Iorque.

Até ao ano de 1970 gravaram 4 álbuns sob a etiqueta Cotique. Esses albuns foram: The Explosive New Swing Sextet (1967), A Taste of Harlem Espanhol (1968), Swingin ‘Along (1969) e Revolution (1970), o seu sucesso foi garantido nas áreas da salsa ao latin jazz.

No final da década de 70, a banda separou-se e cada um tomou o seu rumo, no entanto, em determinada alturas, os The New Swing Sextet reuniam-se para novamente actuarem juntos.

Foi apenas em 2008, que se voltaram a unir-se e gravaram o álbum “Back on the Street”, mantendo o mesmo nome, mas já com a etiqueta Emusica/Fania; reiniciaram-se novamente nos concertos e em tornés mundiais ou seja, de volta à estrada novamente; esta sua torné tem o nome de “A Taste of Harlem Espanhol Vol 2”, em memoria dos velhos tempos e do album lançado em 1968.
The New Swing Sextet
Em 2009 foram nomeados para os Grammy Awards, recolocando o seu nome e as suas origens no mundo latino. Fala-se que estes são também os embaixadores da música latina e da sua expansão.

Este é uma das bandas de musica latina mais conceituadas no mundo da salsa e, embora houvesse uma ausência, a sua volta remarcou de imediato o seu “poder” e “garra”.

Para ficar a conhecer melhor este grupo musical verifiquem a entrevista em Herancia Latina

Deixo-vos um vídeo para “abrir o apetite” para noitadas de salsa…



Espero-vos numa próxima dança…


Fernanda Duarte

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Merry Xmas 2013!!!

2013-12-19 Natal

A equipa do SalsaBraga.com deseja-vos um Bom Natal e um Próspero Ano Novo, cheio de muita música e dança…

Mais um ano que passou a voar, entre noitadas e congressos e muita salsa e esperamos que no próximo seja ainda melhor… Pai Natal aqui te deixo o nosso pedido de muitas prendas, muita música, muita dança…

Esperamos para o próximo ano estarmos aqui a celebrar outra vez ;)

Espero-vos numa próxima dança…


Pedro Barros

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The Palladium Ballroom

2013-10-23 The Palladium Ballroom

O edificio foi criado em 1927, pelo arquitecto Thomas W. Lamb e originalmente chamado de Music Academy.

O Palladium Ballroom foi o principal ponto de referência de toda a comunidade latina durante quase 2 décadas, ficava situado num segundo andar na 53th Street e a Broadway, em Nova Iorque. Conquistou o mundo latino entre os anos de 1948 até seu encerramento em 1966.

Foi em 1948, que o promotor musical Federico Pagani se aproximou do proprietário Palladium, Max Hyman, tentando conquistar o local para fazer matinés, ao domingo, com música latina. Com estas matinés o sucesso foi absoluto e foi assim que Palladium Ballroom se tornou a “casa” de muitos músicos e bailarinos. Durante esta Era apareceram inumeros nomes, que ficaram eternamente ligados à Geração Palladium, tais como: Arsenio Rodriguez, Tito Puentes, Tito Rodriguez, Manchito, Célia Cruz, Ismael Rivera, Miguelito Valdés, entre muitos outros…
Millie Donay & Pedro 'Cuban Pete' Aguilar
Após os encerramento foi novamente um aberto pelo magnata William Fox, e funcionou como uma sala de cinema de luxo até ao ano de 1970.

A partir de 1971 também foi utilizado como um local de concertos de rock para preencher uma lacuna deixada pelo encerramento do Fillmore East. O Palladium foi rebatizado, em 1976, e continuou a servir como uma sala de concertos na década seguinte.

O Palladium foi fechado e demolido em 1998. Adquirido pela Universidade de Nova Iorque e, após a demolição, foram construidas 12 moradias, que serve de residência de mais de 1000 alunos, mas mantendo o nome de Palladium.

Espero-vos numa próxima dança…


Fernanda Duarte

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Um dois, baby é só um dois...

2013-09-03 Dança Africana

Nem vale a pena começar aqui a falar em base 2 , base 3, saída da mulher, saída do homem, simulação… Porque para cada passo que se aprende, há uma pessoa que o executa de maneira diferente. Isto dito, a melhor forma de dançar música africana, dizem os mestres, é “sentir a música”.
E agora vocês perguntam: o que é isso de sentir a música? E eu respondo à minha maneira.

O Semba é alegria, sente-se nos pés, nos braços, nas pernas em todo o comprimento, em cada fibra, na raiz dos cabelos, nas pontas dos dedos e nas palmas dos pés descalços. Sente-se na alma.

A Kizomba sente-se no no pescoço, na espinha, a descer lentamente, com amor, com calma, sente-se na palma das mãos que se juntam e no peito onde as mesmas repousam. Sente-se no coração.

A Tarraxa sente-se mais abaixo, no centro da barriga, aperta. Sente-se nas ancas, na cintura, na base das costas. Como uma onda de calor que desce ao som da batida e da voz. Testa na testa, mão na cintura e mão no pescoço. Sente-se no corpo.

O Funaná é ritmo. É brincadeira. É energia pura. É a velocidade a percorrer os nossos átomos, é como estar numa roda que nunca para. É suor, é riso. Sente-se nos joelhos como um passo quebrado e na cabeça como uma tontura de voltas infinitas. Sente-se no espírito.

Aqui vos deixo uns exemplos…sintam. Partilhem. Inovem. E se não acertarem nos passos, sorriam e digam: “Isto não fui eu a falhar, isto fui eu a ser original”, afinal de contas, não somos todos obrigados a sentir a música da mesma forma, pois não!? Até à próxima.

Exemplos:

Tarraxinha

kizomba

Semba

Funaná

Nota: Este texto foi elaborado por Márcia Correia


Fernanda Duarte

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