Blog : Músicos

Cheo Feliciano

2014-04-17 Cheo Feliciano

O grande José “Cheo” Feliciano, é, sem dúvida, um dos maiores intérpretes da música latina mundial, infelizmente morreu esta manhã num trágico acidente em Porto Rico.

A morte repentina de “Cheo” Feliciano deveu-se a um acidente de automóvel, segundo indicações policiais, Cheo terá perdido o controlo do veículo, um Jaguar, e bateu em um poste de rede eléctrico em Cupey.

Perdeu-se um marco da música, a sua perda será irreparável, mas ficarão para sempre as suas músicas, onde se destaca uma postagem efectuada neste site, que podem consultar em Cheo Feliciano

Deixo também as músicas mais conhecidas deste mago da música:

e claro que esta também o imortalizou…

RIP Cheo e até sempre


Fernanda Duarte

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The New Swing Sextet

2014-01-16 The New Swing Sextet

A banda formou-se em 1965, os nomes são George Rodriguez, Armando Jae , Pete Ortiz, Algavin Henry, Yeyo Edward Salgado Muñiz e formam os The New Swing Sextet. Nesse mesmo ano marcam a sua estreia em diversos concertos por todos os bares latinos de Nova Iorque.

Até ao ano de 1970 gravaram 4 álbuns sob a etiqueta Cotique. Esses albuns foram: The Explosive New Swing Sextet (1967), A Taste of Harlem Espanhol (1968), Swingin ‘Along (1969) e Revolution (1970), o seu sucesso foi garantido nas áreas da salsa ao latin jazz.

No final da década de 70, a banda separou-se e cada um tomou o seu rumo, no entanto, em determinada alturas, os The New Swing Sextet reuniam-se para novamente actuarem juntos.

Foi apenas em 2008, que se voltaram a unir-se e gravaram o álbum “Back on the Street”, mantendo o mesmo nome, mas já com a etiqueta Emusica/Fania; reiniciaram-se novamente nos concertos e em tornés mundiais ou seja, de volta à estrada novamente; esta sua torné tem o nome de “A Taste of Harlem Espanhol Vol 2”, em memoria dos velhos tempos e do album lançado em 1968.
The New Swing Sextet
Em 2009 foram nomeados para os Grammy Awards, recolocando o seu nome e as suas origens no mundo latino. Fala-se que estes são também os embaixadores da música latina e da sua expansão.

Este é uma das bandas de musica latina mais conceituadas no mundo da salsa e, embora houvesse uma ausência, a sua volta remarcou de imediato o seu “poder” e “garra”.

Para ficar a conhecer melhor este grupo musical verifiquem a entrevista em Herancia Latina

Deixo-vos um vídeo para “abrir o apetite” para noitadas de salsa…



Espero-vos numa próxima dança…


Fernanda Duarte

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El Gran Combo

2013-02-17 El Gran Combo

No ano de 1962, reúnem-se: Rafael Ithier, Eddie Perez, Hector Santos, Rogelio (Kito) Velez, Martín Quiñones, Miguel Cruz Rohena Rafael Alvarez e Roberto Guedes, a fim de formar um grupo que iria acompanhar um cantor dominicano chamado Joseito Mateus, que baptiza o grupo com o nome: El Gran Combo.

A primeira gravação é intitulada “Menéame alças”, tendo como director o próprio Ithier Rafael. Neste álbum procura-se uma imagem e identificação de todos que estão incluídos no grupo de Milton Correa, ou seja, Mickey Duchesne, Pellin Rodriguez, Chiqui Rivera y Paleco. Foi uma época de difícil afirmação e tiveram muitas portas fechadas; mas no mesmo ano começam a aparecer na rádio e posteriormente na TV.

Em Abril de 1963, realiza-se a sua primeira viagem a Nova Iorque, onde todos os shows foram um estrondoso sucesso, aparecendo em plataformas, como o famoso “Palladium” O Manhattan Center, o “BronxCasino” e “Caborrojeño”.

Recebem o Disco de Ouro em 28 de Março de 1964, El Gran Combo recebe o seu primeiro grande prémio com o seu álbum “Acángana”.

E foi assim que tudo começou, a partir daí foi sucessos atrás de sucesso… Os álbuns seguiram-se uns atrás dos outros… Fantásticos… para mim, algumas das melhores músicas da noite latina são deste grupo fantástico…

Hoje em dia os El Gran Combo incluem os seguintes elementos: Rafael Ithier (director musical, piano), Charlie Aponte, Jerry Rivas e Papo Rosário (vocais); Taty Maldonado (trompete); Víctor Rodríguez e Moisés Nogueras (trombones); Freddie Miranda (sax ), Eddie Pérez (sax alto); Freddie Rivera (baixo), Miguel Torres (Congas), Domingos Santos (Timbales) e Mitchell Laboy (Bongo).

Deixo-vos um vídeo deste grupo e com uma das minhas músicas favoritas…
Espero que gostem…



Espero-vos numa próxima dança…


Fernanda Duarte

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Ray Perez

2010-11-24 Ray Perez

Ramon Epiphanio Pérez Rivas nasce em Barcelona, na Venezuela, a 25 de Dezembro de 1938, no seio de uma família ligada ao mundo da música, sendo o seu pai trombonista e pianista, e a sua mãe cantora. Ray inicia o seu contacto com a música latina (que mais tarde se denominaria como Salsa) em casa, ainda criança, através dos seus pais e de um rádio, que sintonizava para ouvir emissoras de Cuba e de Porto Rico.

O seu primeiro contacto com um instrumento musical acontece com apenas 12 anos. Apesar do seu gosto pela trompete, ele inicia-se com a tuba, pois o seu pai dirigia uma banda e necessitava de alguém para tocar este instrumento, que devido ao seu peso e tamanho, se tornava bastante incómodo de tocar, e ninguém queria fazê-lo.

A sua ânsia de maior conhecimento musical levam-no a mudar-se para Maracaibo, em 1962, para estudar no conservatório. Aí aperfeiçoa os seus estudos sobre piano, harmonia e “redacção” musical, não se focando apenas na salsa (buscou ritmos como a música criola, música clássica ou o rock) e após apenas 6 meses já era reconhecido pelos seus arranjos musicais. É nessa mesma época que Ray Pérez dá os seus primeiros passos num estúdio de música.

Ainda em Maracaibo, no ano de 1965, Ray decide mudar o seu estilo. Reúne vários músicos e, influenciados pelas velhas orquestras, decide criar o seu próprio ritmo pois acreditava que estas se encontravam estagnadas, não inovavam. Ray queria encontrar o seu cunho pessoal, dando à velha guaracha um novo feeling, um novo swing. Assim nascem Los Dementes.

No dia do primeiro concerto de Ray, o seu professor não o deixou apresentar-se com o nome de Los Dementes, sendo obrigados a utilizar o nome de Ray Pérez y su Charanga …”…não nos deixou tocar como Los Dementes porque ele achava que os músicos não podiam ser classificados de loucos…havia uma patrulha de polícia pronta para nos retirar do palco se nos apresentássemos como Los Dementes.”.

Ray decide mudar-se de novo para Caracas e leva consigo os seus músicos. Por dificuldades de adaptação à cidade, estes decidem regressar a Maracaibo e Ray depara-se com um novo desafio, reunir um novo grupo de músicos. De imediato ele começou a buscar uma nova formação para a orquestra e pouco tempo depois, Ray já se encontrava de novo com o seu projecto em ascensão, desta vez, e para sempre, sob o nome de Los Dementes. Ray Perez
Assim, em 1967, lançam o seu primeiro álbum “Alerta Mundo: Llegaron Los Dementes”, que se revelou um sucesso estrondoso. Aqui, Ray introduziu uma das suas principais inovações, que o eternizou como um dos primeiros, se não o primeiro a usar os trombones na salsa: “…eu gostava do som do trombone porque, entre os instrumentos, aquele que é mais parecido com um homem é o trombone…é mais sólido, robusto…”*. O povo de Caracas ficou louco ao ouvir esta nova sonoridade.

Em Caracas Los Dementes tocavam em bares e programas de TV, mas a maioria das vezes tudo acontecia nas praças dos “barrios”, onde partilharam o palco com Richie Ray, Bobby Cruz, Palmieri, Ray Barretto, Joe Cuba, em outros.

Ray fundou e actuou em vários grupos, como “Los Kenya” ou “Los Calvos”, entre tantos outros que seria impossível mencionar todos. Estes eram dirigidos por Ray, que compunha, fazia os arranjos e a produção, tocava piano e cantava, por vezes. A sua voz pode ser identificada em inúmeros dos seus sucessos, como “Asi Mueren Los Valientes”, “El Alacran”, “Emae Emae”, “Adios Madeira”, entre outros. A inovação esteve sempre em primeiro plano para ele, e prova disso é a sua música e a identidade musical distinta de cada um dos grupos que formou. O trabalho desenvolvido em cada um deles era muito intenso e constante, e Ray dedicava-se de corpo e alma à música. No mesmo ano ele conseguia lançar quatro álbuns de diferentes grupos, como se pode imaginar pela sua imensa discografia de mais de 40 discos. Ray Perez
Em 1969, mudou-se para New York, para estudar com o maestro Nick Rodriguez, deixando Los Dementes entregue aos seus músicos. O maestro submeteu-o a vários testes e colocou-o a tocar para ele, para avaliá-lo, e no final disse-lhe que ele não necessitava de aprender, nem de estudar, mas sim de compor.

Em NY foi convidado a tocar com Kako y sus All Stars. No seu primeiro concerto, num bar, Ray partilhou o palco com conhecidos nomes da salsa como Cheo Feliciano, Chivirico, Patato, Totico, Chombo Silva, Ismael Riverà, entre outros…Ray conta: “…quando subi para o piano, todos se levantaram para cantar, Cheo, Chivirico…Palmieri em vez de tocar no piano tomou conta dos timbales…Mais tarde, às seis da manhã, fomos todos para um pequeno-almoço de músicos na Broadway.”*. Ainda em NY, ele trabalhou com vários artistas, fazendo arranjos e produções, e escrevendo também para eles, como é exemplo Pete Rodriguez, para quem escreveu “Dame Felicidade” ou “Bossa Triste”.

Numa entrevista a Ray realizada em 2005, ele confessa, relativamente aos tempos vividos em NY, que as melhores festas de salsa se realizavam nas igrejas, aos sábados, onde ele tocava com a Orquestra Broadway. “…os padres vendiam a aguardente. Estes diziam que aquela era a casa de Deus, e os filhos de Deus deviam divertir-se e serem felizes na casa de Deus.”.**

Em 1971 Ray Pérez regressa a Caracas, e também a Los Dementes, o grupo com o qual chega à fama. Toda a experiência vivida e a passagem por vários grupos com diferentes características e ritmos, conferem a Ray um leque de conhecimentos extraordinários, e convertem-no num excelente compositor, autor e produtor. Ray Pérez foi um inovador nos arranjos musicais e essa linha continuará e fará dele um marco na Salsa.

**Citações de Ray Pérez, em 2005.





Nota: Esta postagem foi elaborada por Joana Costa


Fernanda Duarte

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Larry Harlow

2010-06-30 Larry Harlow

Larry Harlow descobriu a musica latina no final da década de 50, numa viagem a Cuba. A sua paixão foi tão grande que decidiu ficar 2 anos a estudar a música afro-cubana, posteriormente regressa a Nova Iorque e torna-se um dos maiores nomes da discografia Fania All Stars.

“El Judio Maravilloso”, assim era conhecido entre os seus amigos e fãs mais próximos na altura. Harlow dedicou-se inteiramente ao trompete até ao início dos anos 70. Nessa altura, a sua paixão direccionou-o aos Tambores Sagrados de Yoruba, tendo revolucionado completamente o mundo da “Salsa”, com esta novidade. Estudou toda esta cultura dos Orishas e, eventualmente, conquistou o pleno direito de ser baptizado como o filho de Ochun, a divindade Yoruba , do shekere e do amor.

Harlow formou em Engenharia Audio no Institute of Audio Research, em Nova Iorque, no início dos anos 70; após terminar o curso tornou-se um dos principais produtores de musica latina. Ele produziu mais de 260 álbuns de vários artistas e como um músico mais de 50 álbuns, incluindo o indicado vencedor de Grammy Awards, “La Raza Latina, a Salsa Suite”, em 1978.

Harlow co-produziu e escreveu as música para os documentários“Our Latin Thing” e “Salsa”, sobre a música afro-cubana radicados em Nova Iorque. No grande concerto “Fania em África”, Larry compareceu como músico e como produtor musical. Em 1997, Harlow compôs a música para SOFRITO, que foi um dos seus maiores sucessos; que caracteriza a história verídica de David Gonzalez.

Larry Harlow foi um dos principais impulsionadores para fazer acreditar a música latina, foi directo do NY NARAS, foi responsável por fazer a National Academy of Recording Arts and Sciences e dar a conhecer as contribuições dos músicos latinos, que fez estabelecer o primeiro Grammy Latino, felizmente agora existem 12 categorias diferentes de Grammy Latino.

Larry Harlow's Latin Legends of FaniaSeu CD intitulado Larry Harlow’s Latin Legends Band, apresenta-nos quem é quem dos músicos latinos contemporâneos. A sua carreira e vida fascinam todos os seus fãs, chamando-o de “living legend” é apresentado em um vídeo excitante nova biografia/documentário intitulado “The Golden Age of SALSA Through The Eyes Of Larry Harlow “,

Recebeu a 05 de Abril de 2000, um dos maiores prémios que um músico pode ter, foi introduzido no Latim International Music Hall of Fame. Larry é um dos musicos mais multifacetados, tocando tambores, trompete e piano.

Larry Harlow fez uma tourné mundial, 2008/2009, percorrendo diversos países, com a sua banda Latin Legends of Fania, tendo convidado muitas estrelas, tais como: Adalberto Sanitago, Ismael Miranda, Junior Gonzalez, Cano Estremera, Andy Harlow, Nicky Marrero, Ralph Irrizary, Yomo Toro, Alfredo de La Fe, bem como os membros do grupo membros da banda Bobby Sanabria, Chembo Corniel, Louie Bauzo, Ray Martinez, Lewis Kahn, JoeFiedler, Richie Viruet, Frank Fontaine e Mac Gollehon, com vocalistas dinâmica Luisito Rosario e Emo Luciano.

Em 15 de novembro de 2008 Larry Harlow recebeu o Trustees Award Grammy devido à sua criatividade e por mais 40 anos de carreira.



Espero-vos numa próxima dança…


Fernanda Duarte

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Monguito Santamaria

2010-03-23 Monguito Santamaria

Pianola Monguito Santamaria, filho do carismático Mongo Santamaria cresceu e viveu rodeado de música, desde o inicio dos anos 50, sempre cercado por músicos e boas influências musicais.

Biografia de Mongo Santamaria

Monguito Santamaria também estudou música e fez algumas gravações, enquanto no Brooklyn College. Sempre com o peso do nome “Santamaria”, mas conseguiu destacar-se e vencer sozinho no mundo musical…

Monguito SantamariaMonguito gravou uma série de LPs com o rótulo Fania durante o final dos anos 60 e início dos 70; ganhou inumeros prémios e foi consagrado um dos melhores percursionistas, tendo nesta altura uma verdadeira legião de fãs. Constam álbuns imortais como Hey Sister e Black Out, que são considerados hinos de latin jazz.

No entanto, o seu último álbum foi em 1974, En Una Nota! e desapareceu do mundo da musica, mas o seus álbuns serão para todo o sempre imortais.

Foi lançado recentemente um álbum com a compilação das suas melhores músicas editadas, este álbum chama-se:
Monguito Santamaria’s Best Songs
1. Groovetime
2. Crying Time
3. You Need Help
4. El Dorado
5. Hey Sister
6. Guarara
7. Martinez
8. Son del Monte
9. Work Out
10. Monguito’s Theme

Deixo-vos um vídeo deste músico fantástico que seguiu as pegadas do pai



Espero-vos numa próxima dança…


Fernanda Duarte

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Tito Puente

2010-02-17 Tito Puente

Anthony Puente, Jr. (Tito Puente) nasceu a 20 de Abril de 1923, em Nova Iorque, com ascendência Cubana e Porto Riquenha, o seu primeiro contacto com a salsa foi inicialmente através da dança. No final dos anos 1930, Tito Puente tinha a intenção de se tornar bailarino profissional, mas devido a um acidente de bicicleta teve que abandonar este sonho e seguiu para o mundo da música.

Tito Puente com dez anos apenas, tocava em bandas latinas locais, em festas de bairro. Mas foi com 13 anos que Tito entrou para o mundo da música profissional, tocava na banda Los Happy Boys, no Hotel Park of New York Place.

Ainda adolescente começou a tocar na Orquestra Machito, pela mão de Noro Morales; Machito torna-se assim o seu o primeiro mentor. Puente então foi trabalhar com o pianista Cubano e líder de banda Jose Curbelo começando em Dezembro de 1939. Ele tocou com Johnny Rodriguez, Anselmo Sacassas, músicos que o inspiram no seu estudo e paixão pelo piano.
Tito Puente
No entanto em 1942, Puente foi convocado para a Marinha, para lutar na Segunda Guerra Mundial, esteve 3 anos afastado de todo o glamour do mambo e de Nova Iorque, no entanto foi na Marinha que aprendeu a tocar saxofone e bateria com a banda do navio.

Tito Puentes após regressar da guerra, recebeu a Comenda Presidêncial e completou sua formação musical na Juilliard School of Music, terminou os seus estudos em 1947, com 24 anos.

Em 1948, ele formou a sua própria banda Boys Piccadilly, mas em pouco tempo ficou conhecida como Tito Puente Orchestra. Gravou seu primeiro sucesso, “Abaniquito”, sobre o Tico Records rótulo um ano depois. No ano seguinte, ele assinou com a gravadora RCA Victor e gravou o seu conhecido single “Ran Kan Kan”.

Nos anos 50 , foram os anos de ouro do Palladium (local mágico de dança e música em plena cidade de Nova Ioque), a banda de Tito Puente foi considerada uma das três melhores orquestras de Nova Iorque, juntamente com a Orquestra de Machito e Tito Rodriguez. Esta foi a chamada febre do Mambo em Nova Iorque.

Tito Puente tinha o seu próprio programa televisivo denominado “El Mundo de Tito Puente”, transmitido na televisão latino-americanos em 1968.

Homenage A BenyEm 1979, ele ganhou seu primeiro de cinco Grammy Awards por seu álbum de tributo ao cantor Cubano Beny More. Outros Grammy Awards vieram em 1983 por On Broadway; 1985 por Mambo Diablo; 1990 por Gosa Mi Timbal; e em 2000 por Mambo Birdland.

Puente foi homenageado com uma estrela na Hollywood Walk of Fame em 1990 e também em 1992 no filme Os Reis do Mambo; recebeu a Medalha Nacional da Arte, oferecida pelo Presidente Clinton em 1997 e foi homenageado pela Biblioteca do Congresso em Abril de 2000 como uma Lenda Viva. O The New York Times escolheu Dancemania de Puente como um dos 25 álbuns mais influêntes do século 20.

Em sua vida, Tito Puente gravou 120 álbuns, compôs mais de 450 músicas, e tem mais de 2000 arranjos, fez mais de 10000 performances ao vivo no mundo inteiro. Pouco depois de sua morte, lancçou-se o seu último trabalho com um álbum de Eddie Palmieri, em 18 de Julho de 2000. Morreu aos 77 anos, em 31 de Maio de 2000, em Nova Iorque.

Deixo-vos um vídeo deste magnifico músico…



Espero-vos numa próxima dança…


Fernanda Duarte

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Bloque 53 - La Ruta de la Salsa

2010-02-09 Bloque 53 - La Ruta de La Salsa

Salseiros, fixem bem este nome, Bloque 53.

A sugestão salsabraga de hoje, vai para o lançamento do CD “La Ruta de La Salsa” da promissora banda de Salsa oriunda de Barcelona, Bloque 53.

O lançamento do CD do Bloque 53 “La Ruta de la Salsa”, será em 11 de Fevereiro de 2010, no clube Antilla, em Barcelona.

“É o primeiro CD de salsa registado na Espanha, com vibrafone …” declarações produzidas por Joaquin Arteaga, percussionista e produtor do álbum.

“La Ruta de la Salsa” foi gravado em Outubro de 2009 em Barcelona. Influenciado por Joe Cuba e Ruben Blades. Um CD que nos faz viajar pela Salsa Dura. Conjuga sons modernos, son montunos, rumbas e cantos afro-venezuelanos.

La Ruta de La Salsa (2009)

1 – Baila La Negra
2 – Ese Dolor
3 – Barcelona Tiene!!!
4 – Ángel
5 – Estar Contigo
6 – Joe El Matón (Killer Joe)
7 – Ya Yo No Sufro
8 – El Vago
9 – Stranger In Paradise

Membros da Banda:
Ernesto “Melaito” Paz: Voz
Tito Bonacera: Baixo
Andreu Cañadell: Piano
Andreu Vilar: Vibrafone
Miguel Porras: Tumbadoras, Coro
Joaquín Arteaga: Timbales, Bongóa, Maracas, Güiro, Coro
Guest vocalist : Diana Feria, Enso Verdú, Lenin “Güiroloco” Jiménez

Podem ficar a conhecer melhor o trabalho desta Banda em: Bloque 53

Já tenho o CD, e o que posso dizer é que vale bem a pena adquirir-lo.

Esperemos que o trabalho tenha continuidade e que os possamos ver em breve em Portugal.

Até à próxima e boas danças…


Pedro Barros

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La Reina Peinandose - Alfred Gomez Jr.

2010-02-04 La Reina Peinandose - Alfred Gomez jr

A sugestão que vos trago hoje aqui é de um músico venezuelano, de seu nome Alfred Gomez Jr., que tem vindo a realizar um trabalho de qualidade, como se pode verificar neste CD. Para os amantes da Salsa Romântica, têm em Alfred Gomez Jr. uma excelente opção. Fiquei a conhecer o seu trabalho, precisamente quando este entrou em contacto comigo para colocar na nossa secção de divulgação de artistas, MDB.

La Reina Peinandose (2008)

1 – El Vigilante Pacheco
2 – Rosa
3 – Cobarde
4 – Abuela
5 – Pa’ Beber
6 – Me Arrebata
7 – Traicionera
8 – El Malibu
9 – Buscando Olvidar
10 – La Reina Peinandose

Sobre Alfred Gomez Jr.

Alfred Gomez Jr., cantor, compositor e produtor nascido em 17 de Outubro de 1978 em Caracas, Venezuela. Residente actualmente em Puerto La Cruz – Venezuela. Estudou música no Miami Dade Community College, no estado da Flórida, E.U.A., e teve aulas particulares com professores como Gonzalo Mico e Leo Quintero (guitarristas conceituados).

Depois de produzir vários álbuns em seu país, lança seu primeiro projecto a solo chamado La Reina Peinandose, um álbum de salsa com elementos de fusão.

O seu trabalho teve influências tanto na Salsa Dura, como em Jazz. Assim, as suas principais influências de Salsa são: Eddie Palmieri, Ruben Blades, Willie Colon, Ray Barreto e Los Van Van.
Em Jazz são: Miles Davis, Bill Evans, Thelonious Monk,Herbie Hancock, Joshua Redman Pop/Rock/Soul: Sting, Stevie Wonder, Donny Hathaway, Eric Clapton e Jamiroquai.

Faixa 3 – Cobarde



Um trabalho interpretado por:
Chris Holder, Dennis Leon e Pedro Guzman – Piano
Pablo Agreda, Juliano Mainardi e Carlos Gonzalez – Guitarra
Reynaldo Goitia – Baixo, coro
Gabo Gonzalez e Eduardo Guzman – Baixo
Fernando Sanabria e Rolando Sanchez – Trombone
Luis Bermudez – Percussão coro
Gabriel Gonzalez – Percussão
Americo Mayta – Coro
Alfred Gomez Jr. – Piano, percussão

Podem ficar a conhecer melhor o trabalho deste músico, oriundo de Anzoátegui (Venezuela) em: Alfred Gomez Jr.

Até à próxima e boas danças…


Pedro Barros

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Eddie Palmieri

2009-11-25 Eddie Palmieri

Eddie Palmierie nasceu no Harlem Espanhol em 1936; começou a aprender a tocar piano numa idade precoce, como fez o seu irmão mais velho, o legendário pianistado mundo da Salsa Charlie Palmieri.

Para todos os habitantes de Harlem a música era a forma de sair do El Barrio. Palmieri tinha uma enorme paixão pelos instrumentos de percursão e aos 13 anos, com a ajuda do tio, tocou Timbales numa orquestra. No entanto aos 15 anos, ele cansou-se dos Timbales e voltou para o piano.

Iniciou a sua carreira profissional como pianista no início dos anos 50 com Eddie Forrester’s Orchestra. Em 1955 ingressou pela Johnny Segui Band. E, antes de se lançar a solo ainda fez partedurante 1 ano da Tito Rodriguez Orchestra.
Em 1961 forma a sua banda “La Perfecta”, trouxe uma novidade incluiu uma secção trombone (liderada pelo Barry Rogers), em lugar de trompetes.

Eles eram conhecidos como “the band with the crazy roaring elephants“, devido à sua constituição: dois trombones, flauta, percussão, baixo e um vocalista.

A sua primeira gravação foi em 1970, intitulada Harlem River Drive. Esta gravação foi o primeira unir estilos negros e latinos (e músicos claro), houve uma junção dos sons de salsa, funk, soul e jazz.

Eddie Palmieri e a sua banda nunca mais pararam,recebendo centenas de prémios ao longo da sua vida. Este músico conquistou todo o mundo e imortalizou várias músicas que ainda hoje fazem parte das nossas “noitadas”.

Apreciem este vídeo que é uma das músicas mais conhecida deste grande artista…



Espero-vos numa proxima dança…


Fernanda Duarte

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