Blog : Entrevistas

Entrevista a Nuno e Nágyla

2014-05-13 Nuno Pesqueira e Nágyla Galvão

Entrevista ao site SalsaBraga.com em Maio de 2014

Nuno Pesqueira e Nágyla Galvão, par oriundo da cidade do Porto, têm-se destacado no panorama das danças afro-latinas em Portugal, com particular destaque para a conquista do Salsa Open Portugal 2013. Fazem parte de uma das companhias de dança mais conceituadas em Portugal, os Afrolatin Connection. Este é um dos pares revelação, em Portugal, e esperamos que em breve conquistem o mundo…

Aqui vos deixo a entrevista que nos concederam e onde poderão ficar a conhecer melhor este simpático par.

Como tudo começou individualmente e como par? E quando é que vos despertou a paixão pela dança?

Nuno Pesqueira: Desde a infância adquiri o gosto pela Dança ao observar o meu avô materno dançar e ao aperceber-me da alegria e bem-estar que transmitia.

Desde o 1º ano de escolaridade e no decorrer da adolescência frequentei o centro de explicações Ponto e Vírgula dirigido pela professora Maria José Guimarães que desde muito cedo me incentivou a participar em todas as actividades onde o espectáculo era uma constante. Aí adquiri o gosto pela organização de festas, nas quais actuava ora dançando ora representando e até declamando poesia. (A referida professora permanece minha amiga para a vida.)

Após estes anos em que senti a minha personalidade desenvolver-se diretamente ligada ao espetáculo, estabeleci uma forma de bem estar, a qual mais tarde evoluiu através do Grupo de Desporto Escolar da Escola Secundária de Águas Santas (GDDE). Este Grupo, inicialmente dirigido pela Professora Esmeralda Moura e posteriormente pelo Professor Alexandre Teixeira, aprendi muito, principalmente com este último, dada a sua dedicação e orientação ao grupo, as quais me fizeram sentir que a dança era parte integrante e essencial na minha vida. Enquanto pessoa e bailarino considero-me tímido, perfecionista ,sonhador, ambicioso, emotivo e sociável.

Nágyla Galvão: A dança surgiu desde os meus primeiros anos de vida. Os meus primeiros passos na dança ocorreram no ensino básico, no Brasil, minha terra natal, através dos espetáculos de samba.

A minha vinda para Portugal, em 2007,com o intuito de visitar a minha mãe, a qual, na altura, se encontrava a trabalhar, revelou-se duradoura e permanente.

No âmbito dos meus estudos nomeadamente na Escola Secundária de Águas Santas, contactei, pela primeira vez com as danças africanas através da participação no GDDE.

Neste grupo conheci novos amigos e descobri a alegria que a dança me transmite. O apoio dos meus pais e de uma grande amiga (Alexandra Azevedo) foram fundamentais na descoberta da essência da minha vida, bem como o entusiasmo, a vontade de aprender e a dedicação à dança. Luto para alcançar os meus objetivos, tento absorver todo o conhecimento possível para poder evoluir como pessoa e como bailarina. Considero-me sonhadora, extrovertida e lutadora.

Enquanto par, iniciamos a nossa actividade no âmbito da participação no Grupo de Desporto Escolar da Escola Secundária de Águas Santas, visto que pertencíamos à mesma escola e ao mesmo grupo de dança, sendo que, incentivados pelo professor Alexandre Teixeira (responsável pelo referido grupo), resolvemos participar no 3º Campeonato Internacional de Kizomba (África a Dançar).

Nuno Pesqueira e Nágyla GalvãoQual o vosso maior desafio/objectivo nesta profissão?

Nuno e Nágyla: O nosso maior objectivo é superarmos as nossas próprias capacidades artísticas, através do desenvolvimento dos nossos conhecimentos e explorando os nossos corpos entregando-os à dança. Nesta e para esta evolução é essencial respeitar, procurar e explorar a salsa como uma cultura e forma de vida. Tal aprendizagem apenas é possível convivendo e trocando sabedorias com diferentes artistas.
Assim, desafiarmos-nos continuamente para que a nossa evolução seja constante.

Que dificuldades têm encontrado nesta vida de bailarinos? Têm sentido apoio?

Nuno e Nágyla: As dificuldades que temos encontrado são a falta de apoio generalizada a nível cultural e social, visto a dança ainda não ser devidamente reconhecida e valorizada na nossa sociedade, sendo ainda longo o caminho a percorrer.

Contudo, temos sentido, desde sempre, apoio e encorajamento por parte de outros artistas, da companhia que nos acolhe e a nível pessoal por parte de amigos e familiares, não olvidando o público que nos acarinha e segue a cada passo dado.

Quais são as vossas principais referências ou modelos que sigam no mundo da salsa?

Nuno e Nágyla: Yamulee Dance Company (New York,E.U.A.), Oliver Pineda (Austrália), Juan Matos (Republica Dominicana), Nuno Araújo (Braga, Portugal), Adolfo Indacochea (Perú), Ricardo Veiga (Argentina), Tania Cannarsa (Sri Lanka), Karel Flores (México), Anita Santos Rubin (Brasil), Karen Forcano (Argentina), Rita Morais (Braga, Portugal) e Griselle Ponce (Puerto Rico).

Nuno Pesqueira e Nágyla GalvãoQual foi o evento ou local, em que foram convidados que mais prazer vos deu? E em qual ambicionam um dia vir a dançar?

Nuno e Nágyla: O evento que nos foi extremamente prazeroso foi o Marrakesh Salsa Congress 2013 devido á possibilidade de partilhar o palco com os melhores artistas do mundo da salsa, bem como transmitir ensinamentos nos workshops que protagonizamos. No entanto o local que mais nos encantou foi o Puerto Rico World Salsa Open 2013, pois pudemos sentir o verdadeiro sabor da salsa e a sua vitalidade cultural junto dos demais artistas e na própria sociedade Porto Riquenha. (É nosso desejo regressar um dia).

Fazem parte da família Afrolatin Connection, companhia de reconhecidos méritos nacional e internacionalmente. Como é fazer parte dessa família?

Nuno e Nágyla: Ser parte integrante da Companhia Afrolatin Connection é ser membro de uma família dedicada à dança encarando-a como um modo de vida. A Companhia é uma base sustentável na nossa evolução artística, permitindo-nos crescer, obtendo uma maior visibilidade nacional e internacional, visto ser reconhecido o seu valor mundialmente.

Ganharam o Salsa Open Portugal em 2013, o que mudou nas vossas vidas. Que novidades poderemos esperar de vocês para o futuro?

Nuno e Nágyla: O sucesso obtido no Portugal Salsa Open 2013 permitiu-nos demonstrar ao público as nossas capacidades a nível da salsa, pois até então era-nos reconhecido o valor apenas nas danças africanas. É nossa pretensão continuarmos a dedicar-nos à competição tanto na salsa como nos outros estilos de dança.

Têm certamente uma opinião formada sobre toda a envolvência da Salsa em Portugal, o que pensam acerca disso?

Nuno e Nágyla: A salsa, enquanto forma artística de expressão cultural e social ainda não encontrou o ninho ideal para crescer em Portugal, pois a comunidade salseira necessita ser impulsionada e incrementada, de modo a tornar-se cada vez mais uníssona e captar mais apoiantes e praticantes.

Nuno Pesqueira e Nágyla GalvãoTêm alguma história engraçada que pretendam partilhar?

Nuno e Nágyla: Uma história que nos marcou o percurso artístico de forma cómica foi a ida e regresso ao Portugal Salsa Open 2013, pois aquando da saída do hotel para o local do evento, já com a malas em punho e os nervos ao rubro, deparamo-nos com o nosso automóvel encarcerado no parque do hotel devido à falta de destreza automobilística por parte de outros hospedes que impediam a saída dos carros da garagem. Dada a grande afluência de hospedes, foi criado um reboliço, com telefonemas vários para os quartos e quase que interrogatórios aos clientes, de modo a encontrar os donos dos veículos que impediam a nossa saída. Já com os empregados em pleno alvoroço, com o tempo escasso para a chegada ao local do Evento e entre revoltas e desesperos, finalmente, descobriram o cliente que se encontrava no Hotel e foi rapidamente remover a viatura. Finalmente, o caminho estava livre mas o tempo urgia, por isso, a velocidade tornou-se a melhor amiga a partir daquele momento.

Chegámos nervosos, vencemos nervosos e saímos descontraídos, contudo, o capitulo ainda não estava encerrado, pois ao primeiro quilómetro de regresso ao hotel, eis que um pneu fura e passamos a ver o nascer do sol na berma da auto-estrada, cansados, esfomeados e revoltados com o azar vivido, contudo,felizes e ainda incrédulos pela vitória conseguida.

Que opinião têm acerca do trabalho desenvolvido pelo salsabraga.com?

Nuno e Nágyla: Entendemos o trabalho do salsabraga.com como um meio essencial e fulcral de divulgação dos eventos, artistas e informações sobre a salsa, pois a imprensa escrita informatizada permite uma divulgação mais extensa e acessível a todos, pelo que a permanente atualização informativa permite acompanhar os diversos trabalhos que se desenvolvem nacionalmente na área da salsa, dando-lhes maior visibilidade e valor.

Para terminar, que mensagem gostariam de deixar aos leitores do salsabraga.com?

Nuno e Nágyla: Aos leitores do salsabraga.com aconselhamos que continuem a acompanhar as publicações e informações do site, mantenham o interesse na salsa e, caso não a pratiquem diretamente, experimentem e tornem-se parte integrante da comunidade salseira que aqui é divulgada.
Nuno Pesqueira e Nágyla Galvão

Perguntas de respostas rápidas

Se tivesses que descrever a dança numa palavra, qual seria?
NUNO Sonho
NÁGYLA Vida

Filme:
NUNO À procura da felicidade
NÁGYLA O Mordomo

Viagem de Sonho:
NUNO E.U.A.
NÁGYLA Nova Iorque, E.U.A.

Livro:
NUNO Equador, Miguel Sousa Tavares
NÁGYLA O melhor de mim, Nicholas Sparks

Música:
NUNO Chuva, Mariza
NÁGYLA So nice, Bebel Gilberto

Grupo Musical:
NUNO Ana Carolina, Mariza e Ismael Rivera
NÁGYLA Ana Carolina

Lema de Vida:
NUNO “Lute com determinação, abrace a vida com paixão ,perca com classe e vença com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante.” Charles Chaplim
NÁGYLA “A vida é uma peça de teatro, por isso dance, ria,pule e brique antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”

Agora deixo-vos um vídeo, para que possam desfrutar de mais uma fantástica performance deste maravilhoso par.

Até à próxima e boas danças…


Pedro Barros

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Entrevista a Bloque 53

2010-06-08 Bloque 53

Entrevista ao site SalsaBraga.com em Junho de 2010

A banda Bloque 53, oriunda da cidade de Barcelona, editou o seu primeiro CD de Salsa em Outubro de 2009, intitulado “La ruta de la salsa”. No próximo dia 11 de Junho, irão estar presentes no 2º Symposium Internacional de Salsa, que se realiza na cidade de Coimbra.

O desafio lançado pelo salsabraga.com para a realização desta entrevista foi prontamente aceite, e assim, deste modo, esperamos dar-vos a conhecer melhor, um dos grupos de Salsa do momento.

Temos acompanhado com interesse o vosso trabalho, no entanto, gostaríamos de saber um pouco mais sobre vocês. Como se formou a banda?

El grupo comenzó en el año 2006 con Miguel Porras (congas), Lenin Jiménez (cantante fundador), Joaquin Arteaga (timbal y producción) y Andreu Cañadell (Piano). Todos tocabamos con otras orquestas de salsa, pero queríamos hacer un sexteto con vibráfono, para buscar ese sonido particular. Asi nos pusimos en la busqueda de un vibrafonista que tocara salsa. Cosa que fue difícil, por que en Barcelona no hay vibrafonistas salseros….. Pero un día nos dieron el telefono de Andreu Vilar, vibrafonista de música clásica, que estaba interesado en aprender música latina. El fue el primer vibrafonista del Bloque 53, grabó en el CD “La Ruta de la Salsa”, el cual tenemos el lujo de decir que es el primer CD grabado en España de Salsa con vibráfono! Luego pasaron varios músicos y cantantes, y nos pareció interesante tener 3 timbres diferentes de voz en la banda, nos convertimos en una plataforma con diversos vocalistas y soneros. Asi vino un día por el estudio Diana Feria, excelente cantante de las Islas Canarias, a ayudarnos con los coros, y le dijimos, “ …pero por que no cantas con nosotros ? …” Ernesto “Melaito” Paz, de Maracaibo, Venezuela, ahora vive en Barcelona, y vino un día a compartir con nosotros en un concierto e hicimos click rápido.

Bloque 53En Octubre del 2009 grabamos el album La Ruta de la Salsa, con composiciones originales. Joaquin Arteaga (timbal), percusionista Venezolano, se encargó de la producción musical, y Andreu Cañadell (piano) de los arreglos.

El CD se ha vendido muy bien en todo el mundo, sobre todo en Colombia, Italia, Alemania y U.S.A.

Ahora en el 2010 estamos en plena gira, con 3 cantantes, Diana Feria, Ernesto “Melaito” Paz, y Freddy Ramos, y con un nuevo y excelente vibrafonista Marcel Pascual.

Y asi llegamos a lo que es hoy Bloque 53!!!

Como surgiu o nome “Bloque 53”?

Nosotros comenzamos con el nombre Chicha y Melao, pero luego Lenin Jiménez, e primer cantante fundador del grupo, sugirió el nombre del Bloque 53, que era de donde es su familia en Caracas,Venezuela. El nombre nos gustó, nos pareció sólido y con el 5 y el 3, tremendos números!!!!!

Ahora pensamos, que de Bloque en Bloque se construyen paredes, columnas, casas y edificaciones, ciudades… nosotros mismos somos esos Bloques, generando música, alegrando y bailando junto al público!!!

Joaquin Arteaga (Bongós) - Bloque 53Entre tantos géneros musicais, porquê escolheram a Salsa como principal referência?

En Venezuela se escucha mucha salsa obviamente, desde pequeños nos vimos influenciados por esto. Nosotros tambien hemos estudiado y tocado otros estilos, como funk, jazz y R&B, pero lo que más nos hace felices es la salsa!

“La ruta de la Salsa” é o vosso primeiro CD editado. Que influências tiveram para a realização deste trabalho?

Por supuesto una influencia al comenzar fue Joe Cuba sextet, disfrutabamos mucho con su musica! Tambien el grupo Mango de Venezuela, gran influencia, del cual hacemos una version en nuestro show en directo del tema Bravo Rumbero.
Tambien nos influyó mucho Ruben Blades y Seis del Solar, Son Boricua, entre otros.

A introdução do vibrafone, foi a meu ver uma mais valia. O que vos levou a serem os primeiros a introduzir este instrumento no vosso trabalho em Espanha?

Si!, como grupo de Salsa en España, somos los primeros que editamos un CD de Salsa con Vibrafono ! de lo que estamos muy orgullosos. Antes se habían grabado temas de latin jazz, pero no de Salsa. A nosotros nos gusta mucho la sonoridad mentolada que le da a la salsa el vibrafono, y junto a los timbres de voces que usamos, pensamos que nos da un sonido peculiar.

Miguel Porras (Congas) - Bloque 53Esta é uma pergunta mais pessoal. A música do vosso álbum “La ruta de la Salsa”, com o nome de “Ese Dolor”, é um dos temas que muito gosto de ouvir. Podem-nos contar a história de como surgiu esse tema?

Ese tema lo escribió Karla Leardini, una amiga de Colombia, compositora. Ella nos pidio si queríamos grabar un tema de ella, y nosotros dijimos: “Claro! sera un honor!”.

La historia detrás del tema no la conozco, tendras que preguntarle a ella ! jajaj

Que dificuldades encontraram neste percurso e o que fizeram para as superarem?

Para grabar el CD encontramos algunas dificultades, por que obviamente en estos tiempos no es facil grabar y editar un CD de salsa, pero con duro trabajo logramos ahorrar dinero para luego grabar. Tambien colaboraron mucho los invitados y el ingeniero de sonido, Jim Colominas, de Venezuela.

Creo que todo grupo se logra con perseverancia y amor en lo que se esta haciendo ! NOSOTROS AMAMOS LA MUSICA Y LA SALSA !!!

Marcel Pascual (Vibrafone)- Bloque 53Neste percurso de músicos, qual o local que vos deu mais gozo tocar? E porquê?

Nosotros disfrutamos de todos los lugares donde tocamos, hacemos el 100 por 100% de nosotros para poner a la gente a disfrutar de la salsa y a bailar! eso es lo mas importante. !!!

Cuando terminemos la gira de este año 2010 te comentaré cual fue el mejor de todos ok? jajajjaja

Qual o local que um dia vocês ambicionam vir a tocar?

Nos encantaría ir a tocar a Cali, Colombia y a Margarita, Venezuela. Hemos estado pero tocando con otras orquestas, ahora nos gustaría ir juntos como Bloque 53.

Quais as vossas bandas ou músicos com os quais vocês mais se identificam?

Creo que no nos identificamos directamente con ninguno, pero obviamente si nos han influenciado. Tratamos de tener un sonido original! pero de nuevo te digo, nos influencio mucho Joe Cuba, Seis del Solar, Son Boricua, Grupo Mango, Guajeo y muchos mas!

É uma banda que está a dar os primeiros passos a nível internacional. Que expectativas e objectivos têm para o futuro?

Diana Feria, Freddy Ramos e Ernesto Paz (Vozes) - Bloque 53Tenemos muchos planes para futuro, por ahora, terminar la gira de “LA RUTA DE LA SALSA 2010”, luego en Octubre entramos en estudio a grabar nuestro 2do album, todo original. Tambien estamos trabajando en un video en directo donde estarán recopilados los mejores conciertos. Y el próximo año girar de nuevo !!!

Que expectativas têm para a vossa actuação no 2º Symposium Internacional de Salsa, que se realiza na cidade de Coimbra este mês?

Vamos a poner a toda la gente a bailar! QUEREMOS QUE SE UNAN A LA RUTA DE LA SALSA !

Nos encanta pasarlo bien en el escenario y contagiar a todos de esa energia! para nosotros eso es muy importante, energía y buenas vibraciones ! SALSA!

Do que conhecem, qual a vossa opinião sobre o site SalsaBraga.com?

Andreu (Piano) e Tito Bonacera (baixo) - Bloque 53Nos parece una web con información bastante completa, sobre musicos, clases baile, historia, y material informativo en general sobre la salsa ! Nos parece muy buena iniciativa por que esto hace que la salsa siga viva!!! QUE VIVA LA SALSA! QUE VIVA SALSABRAGA !

Para terminar, que mensagem gostariam de deixar aos leitores do salsabraga.com?

Un fuerte abrazo salsero para todos!

NO SE PIERDAN LOS CONCIERTOS DE LA RUTA DE LA SALSA DE BLOQUE 53 ! ninguno es igual, Y ESTAN LLENOS DE ENERGIA Y BAILE ! y visiten nuestra web www.bloque53.com para más información !

QUE VIVA LA SALSA!

Vídeo Promocional da Banda



Até à próxima e boas danças…


Pedro Barros

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Entrevista a Fred e Joana

2010-05-11 Fred e Joana

Entrevista ao site SalsaBraga.com em Abril de 2010

Fred e Joana, par oriundo de Lisboa, começaram com par há cerca de 1 ano, lançaram recentemente, a sua segunda coreografia de Salsa.

Participaram na 1ª Edição do Salsa Open Portugal, realizado na cidade de Aveiro em Junho de 2009, ficando classificados em 10º lugar. Daí para cá, os convites tem surgido com bastante frequência, tendo já participado em diversos congressos nacionais e internacionais.

Através desta entrevista, vamos ficar a saber quais os seus projectos e sonhos para o futuro.

Como tudo começou individualmente e como par?

Individualmente, o Fred começou a dançar salsa no bar Havana das Docas de Lisboa há 5 anos atrás e muito rapidamente a salsa se tornou uma verdadeira paixão. A Joana começou no clássico quando tinha 5 anos. Na salsa, teve aulas no antigo salsa latina, faz este ano 9 anos. Passaram pela Academia LN e Just Dance School, respectivamente, onde se tornaram instrutores e bailarinos principais das respectivas companhias. Como par, tudo começou há cerca de 1 ano. A identificação e formas de ver a dança semelhantes levaram-nos a investir numa coreografia para participar no Salsa Open 2009. A classificação não foi a melhor mas a experiência foi fantástica. A partir dai novos convites surgiram para actuações e todos os amigos e conhecidos nos deram imensa força para continuar a trabalhar juntos. Em Outubro de 2009 começámos a trabalhar exclusivamente juntos fora de qualquer outro projecto e até agora temos vindo a crescer constantemente, tanto a nível individual ou como a par. Actualmente continuamos a investir naquele que pensamos ser o principal pilar de crescimento – a nossa formação – fazendo aulas regulares de Jazz, Contemporâneo, Barra no Chão e Hip-Hop. O prémio é o sermos cada vez mais requisitados para shows, aulas, workshops e entrevistas muito agradáveis como esta!

Fred e JoanaQual o vosso maior desafio/objectivo nesta profissão?

Conseguirmos dia após dia superarmo-nos a nós próprios e conseguir elevar a Salsa a um nível cada vez mais respeitado pela e na sociedade.

Que dificuldades têm encontrado nesta vida de bailarinos? Têm sentido apoio?

Não é propriamente a vida de bailarino, mas sim a vida de salseiro. Infelizmente, em Portugal, principalmente em Lisboa, existe muita competitividade entre os salseiros o que prejudica, na maioria das vezes, as pessoas que mais gostam de dançar. Em relação ao apoio os nossos amigos de longa data, os que vamos conhecendo pelo caminho e ao nossos alunos que são o nosso maior apoio, neste mundo.

Quais são as vossas principais referências ou modelos que sigam no mundo da salsa?

Fred: Tito e Tamara e Nuno e Vanda por aparentemente terem conseguido atingir um equilíbrio harmonioso e admirável entre o trabalho e a sua relação pessoal.

Joana: Tito e Tamara, Vanda Gameiro e Sandy Ramos, por representarem o melhor e mais bonito do que há na dança e que muitas das vezes não é valorizado – a diversão.

Fred e JoanaQual foi o evento ou local, em que foram convidados que mais prazer vos deu? E em qual ambicionam um dia vir a dançar?

Foi no IV Workshop Ibérico realizado no Algarve, em Vilamoura, em Fevereiro de 2010. Em todos os grandes congressos mundiais.

Fizeram a 2ª coreografia há pouco tempo. Que novidades poderemos esperar de vocês para o futuro?

Mais criatividade e inovação na Salsa passando pela fusão de vários estilos que actualmente desenvolvemos. A nova coreografia está feita e será estreada no Congresso Mundial de Salsa de Lisboa a 15 de Maio!

Têm certamente uma opinião formada sobre toda a envolvência da Salsa em Portugal, o que pensam acerca disso?

No que depender de nós tudo faremos para que o nível da Salsa em Portugal seja cada vez melhor e possa atingir cada vez mais pessoas e públicos diferentes. Esse seria um ideal que todos os agentes (bailarinos, professores, promotores, alunos, etc) na dança deveriam seguir para que o verdadeiro espírito da salsa fosse mais respeitado e valorizado. Se compararmos a cultura salseira com a cultura do Hip-Hop, por exemplo, a nossa é uma cultura muito mais limitada. Deveríamos todos lutar para o mesmo objectivo tornando-nos como uma família, unidos e a querer projectar Portugal num nível claramente internacional.

Fred e JoanaTêm alguma história engraçada que pretendam partilhar?

A mais engraçada e que nos ocorre no imediato foi a primeira vez que dançámos juntos. Foi numa festa no Estoril, organizada pelo Nuno Melo. Eu convidei-a para dançar a pensar que ela não dançava nada… e… para além de ter ficado em estado de choque com tão agradável surpresa ainda lhe consegui deixar um cotovelo negro a fazer voltas! Temos a certeza que se todos os namoros começassem assim o número de divórcios diminuiria consideravelmente.

Que opinião têm acerca do trabalho desenvolvido pelo salsabraga.com?

Pensamos que todos os portais que existam com o objectivo de promover e divulgar a salsa são muito importantes e essenciais. E se essa promoção for imparcial e isenta então o nível é verdadeiramente louvável. O salsabraga.com corresponde a este conceito e por isso mesmo está na vanguarda da informação salseira em Portugal. É um espaço que, também nós, visitamos regularmente.

Para terminar, que mensagem gostariam de deixar aos leitores do salsabraga.com?

Antes de mais obrigado por terem lido esta entrevista!! Em segundo que nunca deixem de valorizar a salsa no seu verdadeiro sentido: a diversão. E por fim esperamos que cada vez mais se envolvam neste mundo que a nós tanto nos fascina e seduz!

Fred e Joana

Perguntas de respostas rápidas

Se tivesses que descrever a dança numa palavra, qual seria?
FRED Arte
JOANA Vida

Filme:
FRED Meet Joe Black
JOANA Avatar

Viagem de Sonho:
FRED Road Trip pelos EUA
JOANA Egipto

Livro:
FRED O Banquete, de Platão
JOANA O quarto vermelho

Música:
FRED November Rain, Gun´s and Roses
JOANA Bad Romance, Lady Gaga

Grupo Musical:
FRED Gun´s and Roses
JOANA Ala dos Namorados

Lema de vida:
FRED Pela glória do amor
JOANA Dançar é o melhor remédio

Vídeo Promocional de Fred e Joana



Até à próxima e boas danças…


Pedro Barros

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Entrevista a Diego Berea Cabaleiro (Salsorro)

2010-03-18 Diego Berea Cabaleiro

Entrevista ao site SalsaBraga.com em Março’10

Depois de mais um Salsorro de grande sucesso, que se realizou no mês de Novembro, na cidade de Santiago de Compostela, o salsabraga.com lançou o desafio a Diego Berea Cabaleiro, ao qual foi prontamente aceite, deixando-nos este impressionante testemunho através de uma entrevista.

Sendo uma das pessoas mais importante no mundo da salsa, com mais conhecimentos, e organizador de um dos Congressos mais importantes no Mundo, o Salsorro, gostaríamos de através da desta entrevista ficarmos mais enriquecidos com as suas vivências e experiências.

O nome “Salsorro” é um nome sonante; como surgiu este nome, quem o sugeriu e toda a sua história?

Salsorro es un nombre que no significa nada. Cuando en agosto de 2001 creé la página web y quise comprar un dominio de internet, pensé en nombres poco usuales que no estuviesen registrados ya.
Lo primero que me vino a la cabeza fue “salsorro” porque es lo que escribí en la carátula de la primera cassette de salsa que tuve-aún se utilizaban cassettes en aquella época-. Era una recopilación de grandes éxitos del Gran Combo de Puerto Rico.

Posteriormente nos dimos cuenta de la fuerza que tenía el nombre como marca, pero en su origen no se pensó por eso. Se trataba sólo de buscar un nombre fácil de identificar y diferente de todos los “Salsa-ciudad” y los “salsa-pais”, que son las denominaciones más habituales de las páginas web de salsa.

En resumen, es un nombre que no significa nada para una página web de salsa, dedicada originalmente a la salsa en Galicia.

Salsorro 2010Esta pergunta é a mais evidente, visto ser uma curiosidade global, mas gostaríamos de saber como é que começou a ideia de fazer o primeiro Salsorro?

El primer salsorro surgió como una fiesta de aniversario de salsorro.com, nuestro portal de salsa. Tendría que haber sido en agosto de 2002, pero entre unas cosas y otras, se hizo en noviembre. Desde entonces, y salvo un año que se adelantó a finales de octubre, siempre se ha realizado en noviembre. Hasta la cuarta edición su nombre oficial era “fiesta de aniversario de salsorro.com". A partir del quinto año, se cambió la denominación por “Salsorro 200x, festival internacional de salsa de Galicia”, coincidiendo ya con su dimensión más internacional.

En 2002 ya tenía conmigo a mis socios Alfonso y Lourdes. Entre los tres organizamos aquella primera fiesta. Estábamos preocupados por tener al menos 200 personas en la fiesta… hubo más de 800. Sólo anunciándolo en la página web. Eso nos dio ánimos para crecer. Contábamos con el apoyo de Forum Salsa de Portugal y cerca de 100 portugueses asistieron a aquella primera edición.

Esta pergunta será indirectamente dirigida a toda a equipa. O que mais vos marcou no primeiro congresso que organizaram?

Quizá lo que más nos marcó fue la respuesta de la gente. No esperábamos que tanta gente y de tantos lugares participase en una fiesta de aniversario que sólo se había promocionado a través de la propia página web, salsorro.com.

Fue un gran voto de confianza y, al mismo tiempo, una gran responsabilidad. Desde entonces hemos hecho todo lo posible por hacer crecer el evento y acercar a Galicia a los mejores profesionales del mundo de la salsa.

Equipa do SalsorroDas 8 edições do Salsorro, qual foi a que mais gostaram de organizar e vos realizou mais?

Sin contar el primer salsorro, hay varios hitos relevantes para nosotros como organizadores:

Salsorro 2003 fue el primero realizado en Sanxenxo, ya que el anterior se había realizado en Santiago. Marcó las bases de lo que aún es ahora la esencia salsorro: Una ubicación incomparable, un hotel excelente, todas las actividades en la misma ubicación y un elenco de artistas que nunca antes había llegado a Galicia. También sentó algunas premisas que aún hoy se respetan: clases durante el día, cena de gala, espectáculos y fiesta. La cena de gala fue una de las características que fomentaba el “convivio” y el “glamour” de un hotel de lujo en una ubicación privilegiada a pie de la playa.

En 2004 comenzamos nuestra apuesta por la tecnología: El 100% de las entradas se vendió ya a través de Internet. Si bien ahora se considera algo normal, en 2004 emitir las entradas por email era algo novedoso y arriesgado.

Salsorro 2005 fue otro hito importante pues supuso la primera edición que denominamos formalmente como “festival internacional” y que contó con un cartel de artistas 100% profesional, destacando la primera contratación de Tropical Gem. Por aquel entonces, contratar a Tropical Gem nos suponía más del 60% del presupuesto total del evento. Desde el punto de vista tecnológico, introdujimos los códigos de barras en las entradas, agilizando enormemente el proceso de acreditación.

Tras tres ediciones en Sanxenxo creciendo en dimensión año a año, Salsorro 2006 fue un extraordinario paso adelante. Volvimos a Santiago a la mejor ubicación que hasta ahora hayamos visto para un congreso de salsa: Hotel de 5 estrellas y palacio de congresos con un escenario de más de 20 metros y más de 1600 butacas numeradas. Por el diferencial de calidad y magnitud con sus ediciones anteriores, Salsorro 2006 fue sin duda el mejor de todos los salsorros. Nadie se esperaba ver a artistas de la talla de Swinguys, Junior y Emily, Salsamania, Jhesus Aponte, etc.

Desde entonces, año a año se ha ido mejorando el escenario, la escenografía y las luces. También se ha ido profesionalizando más y más la organización, hasta tener un staff de cerca de 60 personas, y ser reconocido internacionalmente como uno de los eventos mejor organizado y más profesional.

En 2007, aunque con algunas dificultades, introdujimos otra gran novedad: Sustituir las pulseras de acreditación por tarjetas de radiofrecuencia de control de acceso. En la actualidad, tras haberlas usado ya tres años, es otra de las características diferenciales de Salsorro que los principales congresos de salsa del mundo nos están contratando ahora.

Tanto en 2007 como en 2008, aunque se incrementó sustancialmente el presupuesto dedicado a bailarines y DJs, creemos que no se llegó nunca a impactar tanto en la gente como en Salsorro 2006. Era, de alguna manera, nuestra asignatura pendiente. Todo estaba muy bien pero la gente ya no se llevó una sorpresa como en 2006, que se superaron las expectativas hasta de los más optimistas.

En 2009 creemos por fin haber vuelto a ponernos a la altura de 2006 en cuanto a superación de las expectativas del público: La inclusión de la música en directo con una orquesta de la talla del New Swing Sextet, las conferencias y otras novedades en el programa de actividades, el acierto en la elección del elenco de artistas, etc.

Para 2010 trabajamos una vez más con el mismo objetivo: Sorprender de nuevo a los asistentes con nuevas ideas que vuelvan a estar todavía un paso más allá de sus expectativas.

Cidade de Santiago de CompostelaO Salsorro é hoje um dos congressos mais importantes da Europa, como é organizar este congresso?

Al principio no era más que una fiesta grande, organizada entre amigos. Desde 2005, la dimensión ya se hizo muy grande y decidimos crear una empresa para gestionar el evento. Desde entonces, no hemos parado de crecer y realmente es una responsabilidad que nos ocupa buena parte del año y que no es sencillo compaginar con nuestro trabajo y con nuestra vida personal. Ni mis socios ni mi mujer y yo vivimos de la salsa. Tenemos nuestro trabajo “de día” y salsorro es nuestro trabajo “de noche”. Muchas personas creen que vivimos de Salsorro pero no es así.

Por otro lado, Carla y yo somos ahora padres de dos niños de 3 meses y de 1 año y 9 meses. Compaginar la organización del evento con nuestro trabajo y nuestra familia no es una labor sencilla, aunque está llena de satisfacciones.

Ano para ano as exigências e expectativas são maiores; é difícil organizar um salsorro? Quais as maiores limitações?

Yo no diría que es difícil, como hemos seguido una trayectoria ascendente y progresiva, cada año nos sentimos con ánimos y fuerzas para avanzar un poquito más. Otros promotores tratan de hacer eventos igual de grandes de la noche a la mañana y, claro, así es muy complicado. Es preciso hacerse un nombre en el mercado y eso requiere tiempo y una trayectoria. Hay que hacerse un hueco en esa “short-list” de 3 o 4 eventos a los que las personas desean ir cada año.

Las mayores limitaciones son las económicas, sin duda. En los últimos 5 años las entradas sólo han subido 10 euros. Querríamos siempre contratar más y mejores artistas, pero hay una limitación económica y más en los años de crisis que estamos viviendo. Eso hace también que sea un reto. Nos hemos convertido poco a poco en especialistas en la gestión de costes y en marketing.

Os portugueses fazem autênticas peregrinações para ir ao Salsorro. Como vês este fenómeno?

Lo vemos con suma satisfacción. Desde su primera edición, Salsorro ha contado siempre con una extraordinaria participación de portugueses. también desde el primer año salsorro ha tenido la información del evento traducida a portugués, con cuenta bancaria en portugal, atención telefónica en portugués, etc. Hemos tratado de mimar al público portugués y que nunca se sientan como extranjeros. Ningún evento de salsa de Portugal ha tenido nunca tantos fullpasses vendidos a portugueses como Salsorro. Nos sentimos muy orgullosos.

SalsorroComo tens visto a cooperação entre Portugal e Espanha? Portugal está apenas há poucos anos a afirmar-se no mundo da salsa, tens algum conselho a dar aos novos talentos portugueses que têm surgido?

Veo que en Portugal están proliferando los promotores que organizan grandes eventos, unas veces con éxito, otras veces con menos. Como decía antes, somos partidarios de un crecimiento progresivo y no de dar saltos drásticos. En Portugal en 2009 ha habido más eventos de salsa que en los cuatro años anteriores juntos. Hay que racionalizar la situación. Unos sobrevivirán y crecerán y otros desaparecerán. Dudo que haya mercado para un gran evento cada 2 o 3 meses.

En cuanto a artistas, no soy muy optimista con la evolución de Portugal ni de España. Si bien cada vez tenemos más capacidad de formación, con visitas permanentes de las principales estrellas tanto a eventos como a weekends por toda la geografía lusa y española, los nombres que siguen sonando siguen siendo los mismos. Echo en falta un relevo generacional de calidad para continuar la senda abierta por Nuno y Vanda, Sabor a Fuego, Adrián y Anita, Afrolatin Connection, etc. Hace más de 5 años que se manejan los mismos nombres. Necesitamos más bailarines locales que den el salto al mundo profesional. En cuanto a DJs ocurre algo similar: Bat, Hugo Leite, Nuno Melo, etc. Tienen que empezar a aparecer nuevas figuras.

Visto seres uma das pessoas que mais lidaram com este fenómeno, como tens visto o desenvolvimento da salsa em Portugal? O que pensas dos bailarinos portugueses? E já agora sobre os congressos?

Es una pregunta difícil y comprometida. Creo que ya la he respondido en parte en las anteriores: La salsa en Portugal es indudable que está creciendo a pasos agigantados, a veces demasiado grandes, y quizá con un pequeño exceso de demanda. Llegará un momento de estabilidad y de profesionalización. Los mejores perdurarán.

En cuanto a los bailarines, echo en falta nombres nuevos. Es cuestión de tiempo que aparezca una nueva hornada de talentos formada con esa primera gran ola de artistas profesionales.

Local do EventoA vinda dos “The New Swing Sextet” elevou o congresso a um outro nível, cativou a maioria das pessoas e foi um sucesso único. Esta aposta é para continuar, podemos contar com mais surpresas para 2010?

Por supuesto. Incluir la música en vivo en Salsorro no ha sido una estrategia puntual. A partir de ahora se convertirá en uno de los ejes fundamentales de Salsorro. La apuesta para 2010 en este aspecto es aún mayor. Estamos cerrando la contratación de uno de los máximos exponentes de la salsa de todos los tiempos. En las próximas semanas lo haremos público.

Otra novedad muy importante es que las 200 primeras reservas de Salsorro 2010 recibirán gratuitamente un CD edición limitada con el concierto del New Swing Sextet en Salsorro 2009. No se pondrá a la venta. Sólo podrá obtenerse comprando la entrada de 2010. Si el concierto ha sido fantástico, la grabación profesional – realizada por portugueses y masterizada por Hugo Leite y Pablo Bat – ha sido mucho mejor. El concierto en CD suena excelente. He escuchado pocas grabaciones de salsa en vivo con esa calidad.

O site salsabraga.com pretende promover, divulgar e dar a conhecer diversos bailarinos, dj e músicos; no entanto o nosso objectivo principal é a componente didáctica. Achas que as pessoas valorizam este aspecto?

Sin duda. Los salseros son unos de los pocos aficionados que dedican una buena parte de su tiempo libre a aprender para mejorar su técnica y su estilo, asistiendo a congresos o tomando clases en escuelas. En Salsorro hemos apostado por las conferencias de grandes personalidades de la salsa como otro eje del evento y estamos comprobando que ese componente didáctico está siendo de mucho interés. Por eso animamos a SalsaBraga a que continúe con su importante labor de divulgación.

Agora para terminar, a pergunta da praxe, o que pensas do site salsabraga.com?

Veo cierto paralelismo con salsorro.com: Pese a ser una web originalmente dedicada a la promoción de la salsa en el norte de Portugal, está recibiendo visitas de todo el país, y también de fueroa, y se está convirtiendo en uno de los referentes en el país a la hora de buscar información sobre eventos, fiestas, clases y, como no, para ver vídeos de orquestas, bailarines, etc. Muy importante es también la labor divulgativa a través de sus newsletters. Muchas veces entro en salsabraga.com porque me interesan los temas que se anuncian en sus newsletters.

Vídeo Promocional do DVD do Salsorro’09



NOTA IMPORTANTE: A edição do Salsorro 2010, passará excepcionalmente para os dias 26 a 28 de Novembro, devido à visita do Papa a Santiago de Compostela.

Até à próxima e boas danças…


Pedro Barros

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Entrevista a Ricardo e Paula (Afrolatin Connection)

2009-10-26 Ricardo e Paula (Afrolatin Connection)

Entrevista ao site SalsaBraga.com em Outubro de 2009

Ricardo Sousa e Paula Loureiro, fazem parte de uma das companhias de dança mais conceituadas em Portugal, os Afrolatin Connection. Sendo unanimemente considerados um dos pares de referência nas danças Afro-Latinas, têm espalhado talento e classe em vários congressos europeus, tanto pela sua originalidade, como pela qualidade. Através desta entrevista, ficaremos a conhecer melhor o seu passado e os projectos que têm para o futuro, tanto como par, e como companhia.

Em 2007 e 2008, ganharam o prémio Top Dance Awards para a categoria de melhores professores de dança em Portugal.

Sempre disponíveis e simpáticos, aceitaram o desafio lançado pelo salsabraga.com e concederam-nos esta entrevista.

Como tudo começou?

Paula e Ricardo: O projecto Afrolatin Connection surgiu em Agosto de 2005. Até lá já éramos par na companhia de dança Sabor Latino. O primeiro nome com que nos apresentamos foi “RP Connection Move”, fazendo o nosso primeiro espectáculo numa discoteca em Espanha, na Isla Cristina. Tivemos como primeiro local de ensaio um ginásio de artes marciais, em que os elementos da companhia eram constituídos por nós os dois, o Bruno Sousa e o Eduardo Holanda. Após alguns convites e experiências com diferentes bailarinos, chegamos a um primeiro grupo mais sólido, composto por 8 bailarinos; Paula e Ricardo, Bruno e Marcia, Tiago e Leonor e Mafalda e Pedro.

Estávamos nesta fase a dar aulas em diferentes escolas e ginásios até Agosto de 2006 com a abertura do Muxima. Juntamente com o nosso sócio Carlos Silva (Kalu) criamos um conceito de escola e bar afrolatino neste local. Depois de quase 3 anos de muitas aulas, noites, festas, espectáculos nacionais e internacionais avançamos para outro projecto saindo do Muxima. As instalações onde estamos hoje funciona só como academia de dança. Relativamente à companhia estamos agora com um grupo mais forte e sólido e com uma atitude mais profissional, composto por 8 bailarinos; Paula e Ricardo, Mafalda e Bruno, Luísa e Pedro e as últimas aquisições Helane e Edu.

Ricardo e Paula (Afrolatin Connection)Quando é que vos despertou a paixão pela dança? E pela salsa, e também pelas danças Africanas?

Paula: Desde que me conheço que me apaixonei pela dança. O primeiro contacto foi com os ritmos africanos (merengue angolano), visto que os meus pais eram emigrantes em Angola. Ainda na escola, fiz sempre parte dos grupos de dança para apresentações nas festas e saraus. De seguida investi no fitness, mais propriamente na aeróbica, onde participei em varias competições, sagrando-me campeã nacional em 1992. Entretanto conheci os venezuelanos David Gallegos e Ernesto Acosta, com quem me iniciei nos ritmos latinos. Participei nas primeiras festas e actuações latinas na cidade do Porto. Nessa altura deu-se a formação de um grupo que esteve residente no casino da Póvoa durante 3 meses com o os espectáculo “Tango Rum e Cha-cha-cha”, grupo esse composto por: Ernesto Acosta, David Gallegos, Alfredo Garcia, Graça Pinto, Bibi Fernandes, Marta Portocarrero, Ana Soares, Branca, Ana Almeida e Paula Loureiro. A paixão pela kizomba surgiu na Casa do Rio ao ver uma jovem angolana a dançar de chinelos de meter o dedo. A partir daí passei a frequentar todas as festas africanas que havia no Porto.

Ricardo: Desde muito novo tive contacto com dança por acompanhar os meus pais em varias festas e vê-los sempre a dançar. Mas foi aos 14 anos que fiz a primeira aula de ritmos latinos na escola sabor latino e por coincidência, a Paula era uma das professoras (nem sonhava sequer o que ia acontecer). Passado um ano, fui convidado a entrar na companhia de dança e foi quando comecei a levar a brincadeira mais a sério. Com a kizomba também foi amor à primeira vista. O primeiro contacto que tive foi na Casa do Rio ao som do Dj Mauricio com Tabanka Djaz – Sub 17. Mais tarde fiz o primeiro workshop de kizomba no Porto com o grande mestre Petchú e depois foi uma busca por conhecer mais sobre a cultura, frequentando todos os meios africanos que podia.

O vosso nome não pode ser dissociado dos Afrolatin Connection, como é que se vêem daqui a 10 anos?

Paula e Ricardo: O percurso na nossa carreira tem sido feito à base de sonhos e estabelecimento de metas a atingir. Já realizamos muitos sonhos e outros estão ainda para ser alcançados. Com o passar do tempo as metas a atingir são cada vez mais ambiciosas e em 10 anos pode acontecer muita coisa. Estamos agora a atravessar por um período de muito trabalho e desgaste com a realização de mais um sonho, XIDAR, que é algo que pretendemos continuar a fazer, podendo ter produções anuais para tournées nacionais e eventualmente internacionais.

A introdução de novos elementos no grupo Afrolatin Connection, como são os casos de Edu e Helane (Samba de Gafieira), veio trazer-vos novas vertentes e abrir novas perspectivas…

Paula e Ricardo: Sem dúvida que o Edu e a Helane foram uma mais valia para nós, além de ter sido uma lufada de ar fresco pelas fantásticas pessoas que são. Consideramos que temos muita sorte no grupo de pessoas que nos acompanham neste momento, pois não é nada fácil coordenar um trabalho de exigência profissional que imprimimos com as respectivas vidas pessoais de cada um. Todos temos uma paixão em comum e estamos unidos e direccionados para fazer algo mais na área artística portuguesa, marcando pela diferença e profissionalismo.
Ricardo e Paula (Afrolatin Connection)
São reconhecidamente e justamente, considerados um dos pares embaixadores de uma das danças africanas do momento, a kizomba. Como lidam com esta situação?

Paula e Ricardo: Tivemos a sorte de ter como mestre uma pessoa que carrega com ele um conhecimento e uma paixão pela cultura angolana inigualável, transmitindo-nos muitos bons princípios, falo claro do Petchú. O facto de nos poderem considerar referência nesta área é um motivo de orgulho enorme e um incentivo para continuar a trabalhar e a melhorar.

No passado mês de Abril, estiveram nomeados para a categoria de danças do mundo, na entrega dos prémios da dança em Portugal, no Portugal Dance Awards. Como vêm, neste caso a salsa, no panorama nacional de dança?

Paula e Ricardo: Começando por falar do panorama da dança em Portugal, pelo simples facto de já existir um Dance Awards significa que a valorização desta arte melhorou bastante nos últimos anos. Os média, como é óbvio, têm ajudado bastante e começa a haver mais interesse do publico em geral pela dança como sendo uma hipótese bastante viável para combater o stress e melhorar a qualidade de vida por todos os benefícios que traz quer a nível físico, quer psicológico. Relativamente à salsa, é uma comunidade em franco crescimento, mas continua a ser um meio muito pequenino.

Verificam que há alguma diferença de reconhecimento entre bailarinos de Lisboa e do resto do país?

Paula e Ricardo: Essa é uma questão que pode levantar algumas polémicas. A verdade é que em Lisboa o plano cultural está muito mais desenvolvido, quer em questões de infra-estruturas e apostas por parte do governo e entidades privadas, quer mesmo pelos seus habitantes que têm mais o hábito de procurar espectáculos nas diferentes áreas artísticas. Outra questão importante, devido à realidade que referimos, é que as principais produtoras e organizadores de espectáculo estão na capital. Um exemplo disso foi o próprio Dance Awards, contavam-se pelos dedos os artistas nomeados fora da zona de Lisboa, o que foi ainda mais uma razão de orgulho para nós, ao saber que estão atentos ao nosso trabalho.

Considerado por muitos como sendo o melhor bar de Salsa do país, o Muxima Bar foi uma referência para os Salseiros. Poderemos esperar da vossa parte novidades nesse campo?

Paula e Ricardo: É algo que não pomos de parte, mas não será assim tão breve quanto isso. Foram quase 3 anos de muito desgaste, trabalho e apostas para o crescimento desta área. Foi muito bom e não nos arrependemos desse esforço, mas em vez de sentirmos um crescimento empresarial, dado o sucesso que estávamos a ter, estava a acontecer exactamente o contrário. Não é segredo para ninguém que o negócio “nocturno” salseiro é um mau negócio. Nesse sentido, para não cometermos alguns dos erros que cometemos e termos uma sustentabilidade maior, precisamos de estar mais preparados. Até lá vamos organizando algumas festas pontuais, que têm corrido lindamente e aproveitamos a oportunidade para agradecer a todos aqueles que nos ajudam e acompanham para tornar tudo possível. Ah… também estamos abertos a donativos ou candidatos a investidores (ou a chave do euromilhões), hehehehehe

Ricardo e Paula (Afrolatin Connection)Qual o teu maior desafio/objectivo pessoais e de grupo (Afrolatin Connection) nesta profissão?

Paula e Ricardo: Os objectivos pessoais não estão dissociados dos do grupo, pois tem sido um esforço no sentido do crescimento contínuo em conjunto. Queremos continuar a aprender e a evoluir para conseguir dar cada vez mais qualidade a quem nos acompanha. Continuar também a pesquisar e a fazer trabalho de laboratório para conseguir inovar numa arte que já vai muito desenvolvida.

Após o reconhecimento público da vossa companhia no Salsa Open Portugal, com a conquista do 2º e 3º lugar. Que vos trouxe de novo e o que esperam alcançar?

Paula e Ricardo: Foi para nós, pessoalmente, um motivo de grande orgulho a Luísa e o Pedro alcançarem o 2º lugar, e a Mafalda e o Bruno o 3º lugar e mesmo a Helane e o Edu (com pouquíssima experiência na salsa) o 6º lugar. A nível prático não trouxe nenhuma diferença, a não ser mais evolução da parte deles por um trabalho/preparação extra para essa competição. É muito bom sermos reconhecidos publicamente, pois faz parte da satisfação do artista, mas é uma consequência do trabalho e esforço de toda a companhia.

Que dificuldades têm encontrado neste trajecto como bailarinos portugueses? Têm sentido apoio?

Paula e Ricardo: A principal dificuldade prende-se com o facto de as danças afrolatinas ainda serem um bebé (em crescimento e de boa saúde) no nosso país e se não formos nós mesmos a criar condições de trabalho, elas não nos caem do céu. A nível de grandes produções (na área da dança) nas principais casas de espectáculo no nosso país, ainda se está muito preso aos grandes bailados de clássico. Há que continuar a trabalhar para dar mostras de qualidade e profissionalismo, para o reconhecimento devido e haverem mais facilidades pelas entidades creditadas para quem trabalha nesta área.

Uma das perguntas da praxe, tem haver com as vossas referências ou modelos que sigam no mundo da Salsa? E já agora, nas Danças Africanas?

Paula:
Salsa: Tito e Tamara (pela sua elegância) Amneris e Grisele Ponce (pela garra e energia) Anita (pela perfeição) e Kirenia (por tudo e mais alguma coisa)
Danças Africanas: Vanessa (par do Pétchu, pela forma como mexe aquela bunda) e algumas ilustres desconhecidas africanas que costumo observar.

Ricardo:
Salsa: Juan Matos (um génio louco) Maykel Fonts (técnica e perfeição de movimento) Marco Ferrigno (pela fusão com outros estilos)
Dança: Danny Tidwell (uma inspiração)
Danças Africanas: Pétchu (por toda a essência que traz com ele) e como a Paula por observar ilustres desconhecidos.

Que opinião têm acerca do trabalho desenvolvido pelo SalsaBraga.com, no desenvolvimento e difusão da Salsa em Portugal?

Paula e Ricardo: Da nossa parte só podemos dar os parabéns pelo trabalho que têm realizado, sendo na nossa opinião, o site mais bem conseguido na divulgação da cultura afrolatina. Por todas as reportagens informativas referentes às raízes culturais das danças afrolatinas, pela divulgação de vários talentos internacionais, por dar a conhecer aquilo e aqueles que estão a trabalhar nesta área no nosso país….. Muito completo e imparcial. Esperamos que continuem com toda essa energia e vontade de divulgar a cultura afrolatina.
Ricardo e Paula (Afrolatin Connection)

Perguntas de respostas rápidas

Se tivesses que descrever a dança numa palavra, qual seria?
PAULA Alma
RICARDO Vida

Filme:
PAULA Dirty dancing
RICARDO Adoro cinema, mas não tenho nenhum que me tenha marcado mais.

Viagem de Sonho:
PAULA e RICARDO Angola

Livro:
PAULA O Alquimista
RICARDO Trilogia Suja de Havana

Música:
PAULA Sweet Dreams
RICARDO Também adoro várias músicas de vários estilos, mas um exemplo “Underwater Love”

Grupo Musical:
PAULA e RICARDO Não temos nenhum preferido

Lema de vida:
PAULA “Carpe Diem”
RICARDO “Prefiro arrepender-me do que fiz do que o que não fiz”

Agora deixo-vos um vídeo, para que possam desfrutar de mais uma fantástica performance deste maravilhoso par.



Até à próxima e boas danças…


Pedro Barros

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Entrevista a Pedro e Katy

2009-06-18 Pedro e Katy

Entrevista ao site SalsaBraga.com em Junho de 2009

Pedro e Katy, surgiram como par em meados de 2007. Durante quase 3 anos, foram animadores residentes de uma das melhores discotecas de Portugal, a Lagar’s. Em 2009 fundaram a sua própria academia de dança. Lançaram recentemente, a sua segunda coreografia de Salsa.

São vistos como um dos pares mais promissores da actualidade, têm espalhado classe e talento pelos locais onde actuam e em cada exibição que fazem.

O desafio lançado pelo SalsaBraga.com para a realização desta entrevista foi aceite, e desta forma ficaremos a conhecer melhor este par de enorme talento e potencial.

Quando é que vos despertou a paixão pela dança? E pela salsa, e também pelas danças Africanas?

A nossa paixão surgiu por intermédio dos nossos pais, isto porque na altura, os nossos pais dançavam na escola Sabor Latino, no Porto.

Pedro: De tanto insistirem para que experimentasse uma aula, e eu negava sempre, lá acabei por experimentar, e de facto, foi o início de uma paixão enorme em relação aos Ritmos Latinos. A partir daí decidi que queria investir num futuro, nesta área. Em relação aos Ritmos Africanos, foi algo que nunca ponderei aprender, simplesmente surgiu a oportunidade e agarrei-a. Acho que não nos devemos limitar a um só tipo de dança, mas sim abranger outras para melhorarmos tecnicamente naquela que nos queremos focar.

Katy: Comigo foi igual. Os meus pais quiseram que fosse experimentar uma aula ao Porto, e simplesmente, adorei. Nutri uma paixão enorme pela dança, algo que nunca tinha sentido antes, e decidi que queria fazer disto a minha vida, poder superar-me a mim mesma e melhorar de dia para dia. Pelos Ritmos Africanos, foi desde que comecei o trabalho a par com o Pedro. Já dançava e adorava, mas também foi algo que nunca ponderei seguir. As coisas desenrolaram-se, e comecei a ter formação com o Pedro.
Pedro e KatyVocês têm-se afirmado na Salsa, mas têm também consciência que nas danças Africanas começam a ser também uma referência, como é que lidam com isso?

Lidamos muito bem. Para nós é um orgulho ser referenciados, em que tipo de dança for. Isto porque ainda somos muito jovens, o Pedro tem 21 e a Katy 19.
O nosso objectivo sempre passou por nos superarmos e surpreendermo-nos mutuamente. O nosso trabalho é diferente.

Procuramos expandir os nossos conhecimentos noutras áreas, como o Ballet e a Dança Contemporânea, Hip-Hop, entre outros, com vista a melhorarmos na Salsa, que é o nosso primordial objectivo.

Os Ritmos Africanos são muito importantes para nós porque adoramos! A nossa formação passa e passou por muitos bailarinos e professores de renome mundial, muito conhecidos entre nós, como o Kwenda, Avelino e Zé Barbosa. São as pessoas que podemos dizer que nutrimos um carinho muito especial por tudo aquilo que aprendemos com eles e pelas fantásticas pessoas que são.

Qual o local, que até à presente data, vos deu mais prazer dançar, e porquê?

Temos um local que podemos dizer que é-nos muito especial! Foi no Salsa in Ria, na edição de 2008, precisamente na estreia da nossa primeira coreografia como par. Correu-nos muito bem, e como estreia, os restantes bailarinos e os nossos alunos de Aveiro incentivaram-nos bastante. Foi fantástico!

Qual o teu maior desafio/objectivo nesta profissão?

Um dos nossos primordiais objectivos foi cumprido. Abrimos a nossa escola! Isso foi muito, mas mesmo muito, importante para nós. Era algo com que sonhávamos, e só de pensar que com a nossa idade, temos uma escola só nossa, é mesmo um sonho tornado realidade e um orgulho enorme. O nosso maior desafio é sermos reconhecidos a nível nacional pelo nosso trabalho, e futuramente, quem sabe, internacionalmente :-)
Pedro e Katy
Sei que vocês ainda andam a estudar, é fácil conciliar os estudos com a dança?

Para sermos sinceros, é difícil. Estar a estudar e conseguir conciliar tanto trabalho com tantos estudos é-nos complicado. Mas acreditamos que com força de vontade e empenho, nada é impossível.

Que dificuldades têm encontrado neste trajecto como bailarinos portugueses?

Sinceramente, achamos que somos dos países que tem mais talento a nível mundial. Isto porque o povo português é completamente diferente a nível de mentalidade.

Podia haver mais apoio por parte de entidades e patrocinadores, para levar o nome de Portugal para fora.

Têm alguma referência ou modelo a seguir no mundo da Salsa? E nas Africanas?

Temos tantas referências. Não há nenhuma em particular, mas em modo geral, gostamos de variar e guiarmo-nos por vários estilos, tanto na Salsa, como na Kizomba.

Mas podemos referenciar na Salsa, Oliver y Luda e Fabien y Esther, como na Kizomba, Kwenda Lima e Inês de Pinto.

Têm acompanhado quase desde o início o trabalho desenvolvido pelo SalsaBraga.com, qual a vossa opinião?

Que estão a fazer um trabalho excelente. É incrível observar o trabalho de início, e ver os patamares que já atingiu. Cresceram imenso e são uma referência! São o site mais visitado de Portugal, diz tudo. Os nossos parabéns!

Para terminar, gostariam de deixar alguma mensagem aos amigos do SalsaBraga.com?

Sim, por favor, continuem com a força e dedicação com que se entregam aos vossos projectos, como é o caso do vosso site!

Para além de excelentes profissionais, são excelentes amigos! Obrigado por todo o carinho e apoio, tem sido, sem dúvida, fundamental.
Pedro e Katy

Perguntas de respostas rápidas

Se tivesses que descrever a dança numa palavra, qual seria?
PEDRO Vida
KATY Paixão

Filme:
PEDRO E KATY Dirty Dancing

Viagem de Sonho:
PEDRO Angola
KATY Cuba

Livro:
PEDRO “Os Filhos da Droga”
KATY “As Palavras Que Nunca Te Direi”

Música:
PEDRO “Ricky Boy 9909: Ben Badja Cu Mi”
KATY “Johnny Ramos – Fidju Di Deus”

Grupo Musical:
PEDRO “Orquesta DeeJay”
KATY “BuenaVista Social Club”

Lema de vida:
PEDRO “Não procures a felicidade para ti mesmo, pois não serás feliz. Procura a felicidade dos outros, e aí sim encontrarás a tua.”
KATY “Nunca te arrependas daquilo que fazes, mas sim, daquilo que não fazes.”

Agora deixo-vos um pequeno vídeo da nova coreografia de Salsa, onde podemos ver uma excelente performance deste par.



Até à próxima e boas danças…


Pedro Barros

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Entrevista a Iago e Antía

2009-03-30 Iago y Antía

Entrevista ao site SalsaBraga.com em Março de 2009

Iago e Antía, oriundos de Lugo (Espanha), iniciaram-se nestas lides em Setembro de 2006. Daí para cá, este par Espanhol não mais parou de surpreender, contaram entre outros, com a formação de figuras tão conhecidas do mundo da Salsa, como são o caso de Gregory Campillo, Oliver Pineda, Luda Kroitor, Melissa Rosado, Sheila de Jesus o Adolfo Indacochea. Fazem também parte da companhia ‘Latin Soul Dancers’, de Adolfo Indacochea e Sheila de Jesus.

Em clara fase ascensional da carreira, este par conta já com várias presenças nos principais festivais, congressos de Salsa. Quem não se recorda da presença deles no Braga Latina e no Salsa in Ria, só para citar alguns.

Entre os grandes momentos deste par, podemos destacar a conquista do 3º Lugar no Campeonato de Espanha em Salsa ON1, em 2007.

Iago e Antia aceitaram o desafio lançado pelo SalsaBraga.com, e tiveram a amabilidade de nos concederem esta entrevista para melhor os ficarmos a conhecer.

Quando é que vos despertou a paixão pela dança? E pela salsa em particular?

Empezamos a bailar cuando éramos pequeños, hace como 12 años, en diversas escuelas y siempre a nivel social, sin plantearnos nada profesional. Pero a medida que íbamos aprendiendo, era como que no nos llegaba y necesitábamos ir a más, así empezamos primero a competir en Baile de Salón hasta que descubrimos el ‘mundo salsero’ y ya nos quedamos ahí.

Empezamos a descubrir lo que era la salsa en septiembre de 2006, mediante una fiesta de promoción de Salsorro 2006, y cuando conocimos el ambiente y lo que era realmente la salsa, el social, los congresos, etc… ya nos quedamos. Era lo que realmente nos gustaba.

Iago y AntíaQual o sonho/projecto que vocês perseguem?

Nuestro mayor deseo es poder seguir trabajando plenamente con la salsa, y lograr seguir ascendiendo tanto en la calidad de shows como de instrucción. También nos gustaría abrir nuestra propia escuela de baile.

Qual o teu maior desafio/objectivo nesta profissão?

Nuestro mayor desafío es estar en continua evolución, seguir innovando que cada show sea diferente al anterior, seguir progresando sin estancarnos.

Que dificuldades têm encontrado neste trajecto de bailarinos profissionais?

Claramente compaginar los estudios con el baile, sobretodo en época de exámenes… Son horas de estudio, horas de entreno, cansancio doble, los fines de semana fuera.. y a veces alguna parte puede resentirne algo Guiño icono gestual.

Qual foi o evento em que foram convidados que mais prazer vos deu? E em qual gostariam de participar um dia?

Para los dos, tanto Salsorro 2008 como Coruña Latina 2008 fueron eventos muy especiales, además de por la calidad de cualquiera de estos eventos, por poder bailar ‘en casa’, estando en el público tus amigos, tu familia…

Eventos en los que nos gustaría participar??? En todos!! jejejeje. Nos gustaría mucho poder bailar algún día tanto en el Congreso e Puerto Rico, como en el New York Salsa Congress, sería mucha satisfacción poder bailar allí.

Têm alguma referência ou modelo a seguir no mundo da Salsa?

Tenemos muchos compañeros que admiramos y son modelos a seguir por diferentes razones… Adrián y Anita, Fabián y Esther, Pablo y Diana, YE Mambo, Afrolatin Connection etc… Todos tienen diferentes cosas que nos gustan y que tomamos como modelo, pero nuestros ‘padres’ en la salsa y nuestros grandes referentes son Adolfo Indacochea y Sheila de Jesús.

Iago y AntíaO público português tem um carinho especial por vocês, que surpresas podemos esperar?

Os podemos contar que en los próximos tres meses vamos a estar por lo menos cinco fin de semanas con vosotros en diferentes eventos, y presentaremos nuestras dos nuevas coreografías que aún no bailamos en Portugal que esperamos que os gusten y las disfrutéis Sonrisa icono gestual. En www.iagoyantia.com podéis encontrar los lugares y fechas en los que estaremos ahí.

Nestes anos que têm de Bailarinos, têm alguma história engraçada que queiram partilhar connosco?

mmm no se pueden contar jejejejejeje, es broma!

Do que conhecem, qual a vossa opinião do SalsaBraga.com?

Visitamos de vez en cuando salsabraga.com y nos parece una web muy interesante, por un lado por los artículos que hacen que conozcamos más cosas sobre esta cultura que estamos compartiendo todos y también para promover no solo los eventos, sino la salsa en general, y así pueda seguir manteniéndose esta forma de vida y siga habiendo locales para que la gente pueda ir a bailar, escuelas donde aprender, bailarines, dj’s .. y podamos seguir disfrutando (aunque haya tiempo de crisis) de este mundo salsero que nos une a todos.

Para terminar, queres deixar alguma mensagem aos amigos do SalsaBraga.com?

Primero de todo, queremos agradecer a Pedro y a Fernanda por interesarse en nosotros para esta entrevista, y así nos podamos conocer un poco más todos Sonrisa icono gestual y también agradecer al público portugués el apoyo que sentimos por vuestra parte cada vez que vamos por vuestra tierra que nos hace sentir en casa. GRACIAS AMIGOS
Iago y Antía

Perguntas de respostas rápidas

Se tivesses que descrever a dança numa palavra, qual seria?
IAGO Vida
ANTIA Sentimiento

Filme:
IAGO Rec
ANTIA Moulin Rouge

Viagem de Sonho:
IAGO Puerto Rico
ANTIA Nueva York

Livro:
IAGO ‘Candido o el optimismo’ de Voltaire
ANTIA ‘El infierno de Marta’ de Pascual Alapont

Música:
IAGO Salsa !!!
ANTIA De todo un poco Sonrisa icono gestual

Grupo Musical:
IAGO Willie Rosario
ANTIA La Quinta Estación

Lema de Vida:
IAGO ‘Carpe Diem’
ANTIA ‘No hagas lo que no quieres que te hagan’


Pedro Barros

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Pequenos Grandes Talentos_Rita Passos

2009-02-16 Rita

Entrevista ao site SalsaBraga.com em Fevereiro de 2009

Vamos ficar a conhecer um pouco de Rita Passos, natural de Braga, da Companhia Art of Dance, que acalenta o sonho de um dia vir a ser uma grande estrela internacional de salsa. Ficaremos todos a torcer para que concretize esse sonho.

1 – Como é que surgiu este interesse pela dança?

O interesse pela dança surgiu quando assisti a uma aula do Nélson Plácido, que a minha irmã frequentava. A partir daí surgiu o interesse pelas danças latinas, em especial pela Salsa.

2 – A dança, e em especial a salsa, o que representa para ti?

Para mim a salsa é uma das formas que encontro para transmitir o que sinto. Acho que já não seria capaz de viver sem salsa, pois esta tornou-se no meu vício.

3 – Que sonhos tens, qual é o teu limite?

O meu sonho é ser campeã mundial de salsa em tempo um. O meu limite é chegar o mais longe possível como bailarina de Salsa.

4 – Quais as maiores dificuldades que tens encontrado nesta vida de bailarina?

A minha maior dificuldade é conciliar os estudos com a dança, pois exige um grande esforço da minha parte, mas mediante o apoio da minha família dá para conciliar tudo. Rita5 – Como é que vês a dança em Braga?

Penso que em Braga as pessoas tem o hábito saudável de saírem à noite para dançarem e se divertirem. Encontrámos excelentes bailarinos que nos apresentam exibições do mais alto nível.

6 – Tens algum/alguns ídolo(s) na dança?

Sim tenho alguns. Nélson Plácido e Carla Carvalho (os meus professores desde o início); Nuno e Rita; Oliver e Luda; Adrian e Anita; Jonhy Vasquez; Nuno e Vanda.

7 – Tens alguma história engraçada que queiras partilhar connosco?

Não.

Perguntas de resposta rápida:

Dança numa palavra: Vida
Viagem de sonho: Cuba
Livro: De momento nenhum
Música: Via e Papel de Payaso
Grupo: Orquestra Navarrez

Agora deixo-vos um pequeno vídeo da festa do salsabraga.com, no Latin Passion, onde podemos ver uma excelente performance de Rita Oliveira e restante grupo.



Até à próxima e boas danças…


Pedro Barros

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Ao som de Hugo Leite

2008-04-06

Entrevista ao site SalsaBraga.com em Dezembro de 2007

Hugo Leite, recente vencedor de melhor DJ 2007 para Portugal, aceitou o nosso desafio e entrou no ritmo do SalsaBraga.
DJ Hugo Leite1 – Hugo, como é que foi o teu primeiro contacto com a música e o que fez torná-la uma profissão?

O meu primeiro contacto com a música ocorreu um pouco tarde, comparado com a maioria das pessoas. Tirando as aulas de educação musical que tive durante o 2º ciclo (5º e 6º ano de escolaridade) nunca tive muitos estímulos para apreciar a música.

Durante a minha adolescência comecei a ouvir mais rádio e a interessar-me pelas músicas que escutava. No entanto, o tempo despendido nos treinos e competições de natação, desporto que pratiquei durante 16 anos, e os condicionalismos sociais inerentes a esta actividade, limitaram a exploração do mundo musical.

Durante as férias tinha oportunidade de ir a discotecas e o interesse pela música e pelo deejaying começou a fazer-se notar. Quando entrei na universidade e reduzi a carga de treinos fiquei com mais tempo para ouvir música e aprender as técnicas de DJ.

A pouco e pouco fui colocando música em festas de amigos. Nessa altura não encarava o deejaying como uma opção para carreira profissional, era uma paixão e um hobbie. Aproveitei as oportunidades que tive para solidificar as técnicas, ganhar experiência e aumentar significativamente a minha discografia até que chegou o momento em que decidi dar prioridade a esta actividade.

Optei por dedicar-me ao deejaying e ao som por este ser uma grande paixão para mim.

2 – O que te fez escolher DJ deste estilo musical?

Quando comecei a despertar para a música desconhecia por completo os ritmos latinos. Escutava rock, pop e música electrónica. Mais tarde veio o jazz e, finalmente, a música latina.

Quando comecei a trabalhar como DJ colocava música electrónica, nomeadamente house. Na altura (e ainda hoje) apreciava muito este fenómeno, minimalista ou não, que constituiu uma fase de aprendizagem da arte e de amadurecimento de sensibilidade de pista.

A paixão pela música latina apenas ganhou protagonismo quando comecei a a prender a dançar. Nesse momento, tudo fez sentido, e a forma como escutava a música latina mudou drasticamente. O facto de me aproximar da cultura latino-americana ajudou-me a compreender a música e, a apaixonar-me mais por estes ritmos.

3 – Qual o teu maior desafio/objectivo nesta profissão?

O meu desafio reside numa aprendizagem contínua das novas técnicas de DJ e num experimentalismo artístico associado à exploração das novas tecnologias associadas a esta actividade.

Não é fácil continuar a surpreender as pessoas. Em Portugal vivemos um período em que a riqueza discográfica ainda é suficiente para satisfazer o apetite das plateias mas noutros palcos a história já é diferente.

Também gosto de partilhar conhecimentos e ajudar à formação de novos talentos. Daí apostar na formação contínua de DJs desenvolvendo iniciativas que visam cativar e motivar potenciais DJs.

4 – É difícil ser-se DJ em Portugal?

Sim!

Na maioria das vezes o valor desta actividade não é devidamente reconhecida pelos agentes promotores de eventos / gerentes de discotecas.

Este é um problema que tem maior expressão em vertentes menos mediáticas e massificadoras, como é o caso da música latina, mas que também se faz sentir no mundo electrónico.

Confesso que é complicado lutar pelo reconhecimento do nosso trabalho uma vez que os DJs ainda não são encarados como figuras de grande relevo. Mais facilmente se investe numa apresentação de um par de bailarinos do que de um DJ. Respeito muito o trabalho dos bailarinos mas acho que os nossos DJs estão subvalorizados (e o esforço orçamental para comprar música é mais que muito!)

5 – Que critérios utilizas na escolha musical, mediante o local e o tipo de “bailarinos”?

Noites regulares em discotecas de música latina equivalem, normalmente, a um trabalho mais diversificado e mais ecléctico. É necessário pensar a vertente comercial da casa e na continuidade do seu sucesso como local de diversão e entretenimento. No entanto, existe sempre espaço de manobra para interferirmos artisticamente na selecção musical. Mostrando coisas novas e diferentes, surpreendendo os bailarinos com temas de sucesso que já estavam esquecidos, etc.

O meu filtro principal é a pista de dança. este é o meu barómetro de eleição e através da análise constante dos bailarinos que vou seleccionando as músicas que coloco.

No entanto, se vou colocar música a eventos específicos como congressos ou festivais de música latina, tento passar a minha mensagem. Ou seja, tento mostrar o meu estilo, a minha técnica e as minhas tendências musicais.

6 – Como encaras a dança na tua vida?

A dança já é um dado assumido no meu quotidiano.

Apesar de não dançar muito (passo muito tempo de volta dos discos) adoro expressar-me através desta linguagem.

A dança é algo de fantástico mas chamo sempre atenção para a música…pois esta tem o infortúnio de cair frequentemente em esquecimento. Isto é importante pois se se dançar em função da música o prazer é ainda maior!

Não me preocupo em aprender muitos passos. Gosto de desfrutar desta cultura e isso dá-me uma enorme sensação de bem estar.

7 – A simbiose da música e da dança foi o tema de um workshop que deste recentemente. Achas que os “bailarinos” têm noção dos tempos e estilos musicais?

Acho que a pouco e pouco estamos a despertar para essa questão.

Vejo que é cada vez mais frequente ver os professores de dança e os alunos preocupados com estas questões básicas (mas de extrema importância).

São cada vez mais as iniciativas na área da formação e interpretação musical e isso demonstra a crescente procura por este tipo de informações, eu diria, mais detalhadas.

Adoro poder contribuir para uma melhor compreensão destas matérias mas tento sempre passar a mensagem de que o importante é crescer de uma forma saudável.

Independentemente da música ser uma salsa cubana ou porto-riquenha, para mim, é preferível ter uma pista repleta de pessoas que emanam felicidade e prazer do que poucos bailarinos a dançar. O importante é que todos nós sejamos felizes…à nossa maneira!
Hugo Leite
8 – Qual a tua principal referência como DJ?

Durante estes anos dedicados à música latina tive várias referências, como: Maurício Araújo, Alexis Rodriguez, Júlio Almeida, Vítor Soares, Nuno Melo, entre outros.

Desde o início desta década que sou grande apreciador do trabalho do DJ Pablo Marielli (DJ Bat). Certamente um dos melhores DJs mundiais desta área, tem um trabalho técnico irrepreensível e uma cultura discográfica de fazer inveja a qualquer um.

Uma referência e um modelo a seguir.

9 – Qual foi o evento em que foste convidado que te deu mais prazer? E qual gostarias de participar um dia?

Até ao momento, a ocasião que me deu mais prazer colocar música foi durante a primeira visita do DJ Bat ao Muxima Bar (Porto).

Foram duas noites extraordinárias onde o ambiente acolhedor e familiar do Muxima proporcionou o desenrolar de duas sessões de música verdadeiramente loucas, com imensa energia e originalidade.

Foi uma honra poder apresentar o Pablo Marielli ao público do norte e partilhar a cabine com ele.

Apesar de já ter tido a oportunidade de colocar música em festivais como o Congresso de Lisboa (por três ocasiões) e o Salsorro (duas ocasiões), estas duas noites no Muxima aproximaram-se do meu ideal de diversão. Uma festa de amigos, com boa música e boa disposição.

10 – Qual a tua música, livro e filme favoritos?

Tenho mesmo que escolher? Eheh!

Músicas são muitas…muitas mesmo! Não dá para seleccionar apenas uma!

Livro…Talvez “O Livro do Desassossego” de Fernando Pessoa.

Filme…Deixando muitos de fora: “The Sixth Sense (O Sexto Sentido)”

11 – Nos tempos livres, o que gostas mais de fazer?

Gosto de estar com as pessoas de quem gosto muito e que, por vezes, não recebem de mim o carinho devido.

12 – Para concluir, nestes anos que tens de DJ, tens alguma história engraçada que queiras partilhar?

São várias as histórias engraçadas, desde confundirem-me com o DJ Luís Leite, discutir comigo por eu não colocar salsa, enfim, algumas situações caricatas que certamente merecem pequeno ensaio. Eheh!

À equipa do site SalsaBraga devo agradecer o amável convite e felicitar pelo excelente trabalho que tem feito pela divulgação da dança e música latina em Braga e no norte de Portugal.

Que continuem com muita força e com muita salsa!

Vemo-nos muito em breve.


Pedro Barros

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