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Momentos "In Cuba" no Mirante Bar

2009-08-04 Mirante Bar

Festa “In Cuba” no Mirante Bar

A reportagem dos factos que só os corpos em dança poderiam contar.

Já ninguém duvida que os insondáveis caminhos da música conduzem aos mesmos locais todos os amantes de dança, movidos por esse pretexto comum. Ainda assim, o Mirante Bar (nas margens do Rio Cávado, Soutelo – Vila Verde) decidiu-se a fazer o teste, e no passado dia 3 de Julho cedeu a alma à salsa.

O local é de eleição, o espaço vestiu-se a preceito e o cenário estava perfeito! O Verão há muito apetecia, mas a chuva ameaçou estar presente na praia fluvial do Mirante nessa mesma noite… mas foi a água do rio que nos fez aportar em Cuba.
O Mirante Bar foi palco de uma noite de desinibição saudável, transbordante e sensual. E ali, salseiros ou não, todos se sentiram parte do conceito mais do que espectadores. A dança é de facto um prazer universal.

A salsa instalou-se e depressa foi descobrindo gentes e convertendo ambientes, foi um conflito permanente entre a contenção e a explosão de energia, onde os corpos libertos ganharam a dimensão e a proporção do som, e onde cada gesto e movimento outrora guardados libertaram segredos que só o caribe faz desvendar.

Não faltaram os mojitos e cubas librés, mas a audiência esteve sobretudo embebida na onda cosmopolita e sempre pronta a tirar o pé do chão. O recinto transformou-se em clube caribenho ao ar livre e vibrou.

In Cuba no Mirante BarSorrisos rasgados, roupas coloridas, um ambiente quente, sons latinos em abundância e para todos os gostos. Todos marcaram presença, sem fronteiras de escolas, níveis ou estilos. O espaço foi pequeno para todos fazerem o gosto ao pé!

Literalmente assente na margem do rio, a banda criou em palco a banda sonora perfeita para o feitiço da dança.

Do palco, Los Cubanitos passavam o testemunho ao DJ Tito e à mestria de conjugar cha-cha-cha, rumba, salsa, semba, kizomba, merengue, bachata e batuques, ao jeito dos clubes da América Latina. Música e ritmo numa celebração mescla de cor.

O espaço estava fantástico, a noite registou uma banda sonora digna do elogio, a organização aprumou-se… há definitivamente coisas que não são para quem pode mas para quem sabe.

A iniciativa superou as expectativas mais excêntricas, e logo depois daquela que agora se espera ter sido apenas a 1ª edição, muitas eram já as vozes e os corpos que pediam bis. Sem vedetismos e secretismos, a organização (Carla e Sílvia) merece palmas.

Se quem lá esteve merece mais, quem falhou merece essa oportunidade!

Agora, disfrutem de alguns momentos captados nessa noite pelo fotógrafo Paulo Marques.

Até à próxima e boas danças…


Pedro Barros

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